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"Pó preto não vai acabar na Grande Vitória", afirma diretora do Iema

Segundo Andreia Carvalho, o órgão ambiental trabalha para que a emissão dos poluentes esteja dentro dos padrões previstos na legislação brasileira

"O pó preto não vai acabar na Grande Vitória". A afirmação é da diretora-presidente do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), Andreia Carvalho. Segundo ela, o órgão trabalha para que a emissão dos poluentes esteja dentro dos padrões previstos na legislação brasileira. Dentro de quatro meses, a Companhia Ambiental de São Paulo (Cetesb) irá entregar ao Iema um estudo sobre os controles de poluição que são empregados dentro do Complexo de Tubarão, em Camburi, Vitória.

Segundo Andreia Carvalho, o objetivo é mapear como é feito o controle da emissão do pó preto desde a chegada da matéria-prima até a saída do produto elaborado da siderúrgica e da mineradora instaladas em Tubarão. Caso as providências atualmente adotadas não sejam eficazes, as empresas serão obrigadas a se adequarem com a instalação de novos equipamentos.

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