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Turbidez da água do Rio Doce é 15 vezes superior ao padrão nacional

Uma outra importante constatação de um estudo, é de que a lama não é inerte e há a presença de nitrogênio, além de metais

A turbidez da água do Rio Doce está 15 vezes superior ao padrão previsto pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Uma outra importante constatação é de que a lama não é inerte e há a presença de nitrogênio, além de metais. As informações estão presentes em um estudo coordenado pelo oceanólogo Fabiano Thompson, professor do Laboratório de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A pesquisa foi publicada na revista científica “Science of the Total Environment” e é derivado da tese de mestrado em engenharia de produção.

Três anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, o professor explica que a lama depositada no leito e nas margens do Rio Doce pode favorecer a explosão da população de bactérias, algumas delas potencialmente nocivas para o homem.

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