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Vila Velha vai adotar coleta seletiva em todo o município

Cada bairro receberá entre 2 e 3 contentores que serão destinados ao descarte de materiais recicláveis, como papéis, plásticos, vidros e metais

Contentor de coleta seletiva de Vila Velha
Contentor de coleta seletiva de Vila Velha
Foto: Prefeitura de Vila Velha

A Prefeitura de Vila Velha vai começar, na próxima sexta-feira (21), a coleta seletiva em todo o município. Cada bairro receberá entre 2 e 3 contentores que serão destinados ao descarte de materiais recicláveis, como papéis, plásticos, vidros e metais. Atualmente, a prefeitura já realiza coleta seletiva porta a porta em condomínios da orla do município.

Para a secretária municipal de Serviços Urbanos, Marizete de Oliveira Silva, a separação e o descarte do lixo adequado traz uma série de benefícios. “A secretaria está trabalhando a coleta seletiva conscientizando as pessoas e as lideranças dos bairros para a importância da limpeza da cidade e da importância econômica desse resíduo descartado corretamente”, disse.

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De acordo com a secretária, os resíduos recicláveis que forem recolhidos por meio da coleta seletiva vão ser o material de trabalho de muitas pessoas. “Esse material vai ser levado para a Associação de Catadores de Vila Velha e vai gerar renda para as famílias que trabalham com isso. O que queremos é isso, colocar esse resíduo novamente no ciclo produtivo e econômico”, disse.

A secretária também falou sobre um outro projeto ligado à sustentabilidade que será lançado na cidade. Na próxima sexta-feira (21), a prefeitura vai inaugurar uma área de lazer no bairro Cobilândia que será localizado em um espaço que estava tomado por mato e era utilizado até pelo tráfico de drogas. O chamado “espaço sustentável” contará com equipamentos feitos com materiais reutilizados, como pneus.

De acordo com a secretária, há itens como brinquedos para crianças que foram fabricados com pneus descartados, bancos que estava inutilizados e que foram recuperados e calçamento feito com madeira de árvores que foram retiradas pela prefeitura porque estavam condenadas.

Além disso, Marizete de Oliveira Silva destaca que a fabricação de grande parte dos equipamentos foi feita por pessoas que cumprem pena em regime semiaberto e participaram da ação como uma medida de ressocialização.

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