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Aplicativo facilita a rotina de gestante

Tecnologia criada por plano de saúde indica agenda de cursos, informa sobre atendimentos, oferece dicas de saúde, entre outros serviços especializados.

Usar a tecnologia a favor da saúde tornou-se um hábito para muita gente. Com apenas um clique é possível acessar sites e aplicativos que contribuem para o bem-estar e ajudam a prevenir doenças. O recurso é útil, inclusive, durante a gravidez.

Unimed
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Foto: Unimed

Lançado no início deste ano, o aplicativo Viver Gestante já foi utilizado por mais de dois mil pacientes da Unimed Vitória e faz parte do programa de Atenção à Gestante do plano de saúde.

 Disponível para download em celulares Android e iOS, o software é um espaço online onde a futura mamãe tem acesso à agenda de cursos, oficinas e atendimentos do programa, além de dicas, textos informativos e vídeos.

 Com o programa, passou a ser possível fazer um monitoramento em tempo real, mesmo à distância, da evolução da gestação por meio do compartilhamento de exames.

 “Um dos principais avanços adquiridos com o uso do aplicativo foi a criação do hábito por parte da paciente de fazer registros de toda a evolução da gestação, compartilhando dados que passam a ser monitorados em tempo real por profissionais da Unimed. Entre essas informações está o exame de glicose e a aferição da pressão arterial”, explica o doutor Guilherme Santos Crespo, diretor de Provimento de Saúde da Unimed Vitória.

Atendimento

No Viver Gestante há a opção de reagendar os atendimentos individuais e, por meio de chat, tirar dúvidas com a equipe multidisciplinar de enfermeiros e médicos. Outro recurso que a plataforma apresenta são os alertas para os exames e consultas do pré-natal.

Para incentivar o envolvimento nas oficinas, grupos, atendimentos individuais e cursos do programa, o Viver Bem incluiu no Viver Gestante Web o pódio de participação. Assim, as mamães recebem medalhas de ouro, prata ou bronze de acordo com a sua assiduidade.

Internet não pode substituir consultas

Oito em cada dez brasileiros usam a internet para buscar informações sobre a saúde, o efeito de remédios e as condições de outros usuários com doenças semelhantes. É o que revela uma pesquisa do London School of Economics (LSE), que aponta o Brasil como o quinto país do mundo onde as pessoas mais usam as ferramentas digitais para pesquisar sobre diferentes doenças.

O mesmo levantamento indica que 25% das pessoas que usam a internet para pesquisar algo sobre medicina não se certificam da confiabilidade da fonte de informação. Essa popularização dos meios digitais aumenta o risco de automedicação, principalmente quando o paciente troca a consulta médica por uma busca no Google.

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Foto: Unimed

O médico Guilherme Crespo alerta que a legislação não permite que sejam prescritos medicamento por outras vias de comunicação que não seja a consulta presencial com um médico. “Whatsapp, aplicativos ou qualquer outra forma de comunicação digitalizadas podem ser feitas para orientar, nunca para prescrever uma receita de medicamento. O paciente também não deve de forma alguma fazer uso de medicamentos baseado em informações ou orientações obtidas em sites ou blogs na internet”.

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