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Universidade capixaba entre as melhores do país

UVV é a segunda melhor universidade avaliada pelo MEC. Na área de saúde, alunos receberam nota máxima no Enade em seis cursos de graduação

Uma instituição de ensino capixaba está entre as duas melhores universidades do país, de acordo com indicadores do Ministério da Educação (MEC). A Universidade Vila Velha (UVV) teve nota máxima na avaliação técnica para recredenciamento e um dos melhores resultados no Índice Geral de Cursos (IGC). O desempenho coloca a instituição em segundo lugar nacional, atrás apenas da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

“Consideramos que, de acordo com os indicadores do MEC, somos a segunda melhor universidade privada do país”, afirma o reitor.

E a universidade pretende crescer ainda mais. Os próximos passos são investir em um novo modelo de Educação à Distância (EAD) e o fortalecimento de parcerias com instituições de ensino internacionais, adianta o reitor Heráclito Amâncio Pereira Júnior.

Os alunos da instituição ainda comemoram outra conquista: o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) para a área da saúde, divulgado no início deste mês. Alunos que estão concluindo a graduação são alvo dos testes. No Espírito Santo, 12 cursos de diferentes instituições de ensino conquistaram nota 5, pontuação máxima permitida. Desses, seis são da UVV. A instituição teve a maior nota acumulada do Brasil no Enade 2016.

O conceito máximo foi obtido nos cursos de Farmácia, Fisioterapia, Medicina Veterinária, Estética e Cosmética, Fonoaudiologia e Nutrição. A universidade também é considerada a melhor instituição do Estado nos cursos de Medicina (nota 4) e Farmácia. E os cursos de Fonoaudiologia e Estética e Cosmética tiveram o melhor desempenho do país, considerando as instituições de ensino públicas e privadas.

De acordo com reitor da UVV, o resultado é consequência de investimentos na qualidade do ensino. Nos últimos anos, foram priorizadas a qualificação do corpo docente, os projetos de inovação e a infraestrutura para atender os alunos. “Temos uma preocupação com todos os nossos cursos. E todos estão crescendo no mesmo ritmo. O objetivo não é apenas ter bons resultados em avaliações, mas formar cidadãos”, afirma.

UVV é a segunda melhor universidade avaliada pelo MEC
UVV é a segunda melhor universidade avaliada pelo MEC
Foto: UVV

Medicina

A metodologia e a qualificação dos educadores contribuem para o desempenho dos estudantes no curso de Medicina, que teve nota 4 e foi o mais bem avaliado do Estado entre instituições públicas e privadas.

“O método de ensino é o PBL (Aprendizado Baseado em Problemas). Esta é uma profissão baseada no diagnóstico e na resolução de problemas, por isso não existe alternativa melhor. E os alunos são acompanhados de perto. O médico precisa saber pesquisar e fazer a extensão com a comunidade. Trabalhamos muito a capacidade de relacionamento com o paciente”, ressalta.

Instituição ainda cresce no Estado

Neste mês, a UVV inaugura em Vitória seu primeiro Super-polo Ativo. O espaço é destinado aos alunos de cursos Educação à Distância (EAD) e de ensino híbrido, com a possibilidade de aulas presenciais e virtuais. Até 2018, serão criados 15 polos e super-polos de EAD no Espírito Santo. A estimativa inicial é que sejam oferecidos cerca de 15 cursos.

O reitor Heráclito Amâncio Pereira Júnior adianta que municípios como Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Guarapari, Aracruz e Domingos Martins estão cotados para receber as unidades.

“A estrutura tem bastante tecnologia. São cinco salas e um modelo de sala estádio (onde alunos ficam em arquibancadas e o professor no centro), além de um complexo de laboratórios de informática. É como ter uma mini-UVV em cada um desses locais”, afirma Heráclito.

Até 2018, serão criados 15 polos e super-polos de EAD no Espírito Santo.
Até 2018, serão criados 15 polos e super-polos de EAD no Espírito Santo.
Foto: UVV

Parcerias

A universidade também pretende expandir sua atuação por meio de parcerias com aproximadamente 50 instituições internacionais. Alunos de diversos cursos têm a possibilidade de completar a formação no exterior, assim como estudantes de faculdades em outros países vêm para o Brasil por meio do programa de internacionalização. “Estamos consolidando essas parcerias e a cada momento surgem novas possibilidades”, afirma o reitor.

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