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O rock brasileiro morreu ou não estão procurando direito?

No Dia Mundial do Rock fizemos uma lista de bandas brasucas que provam que o rock está bem longe da morte no Brasil

Para muita gente, o rock n’ roll no Brasil não está muito bem das pernas. Mas longe da exposição massiva ou de números estratosféricos de visualizações no YouTube, o gênero sobrevive em suas diversas vertentes. Em comemoração ao dia mundial do rock, preparamos uma lista com bandas que talvez passem despercebidas pelo grande público, mas que comprovam que o estilo não está tão morto assim por aqui. Nessa brincadeira, priorizamos bandas que estão na ativa e que podem ser uma boa surpresa para amantes do gênero. Confira:

 

My Magical Glowing Lens

O My Magical Glowing Lens é um projeto da multiinstrumentista capixaba Gabriela Deptulski, acompanhada pelos músicos Gill Melo (baixo), Henrique Paoli (bateria) e Pedro Moscardi (sintetizador) . Recentemente o grupo lançou o álbum de estreia “Cosmos”, com grande presença de neo-psicodelia e indie rock.

 

Carne Doce

Com uma sonoridade que vai do indie rock, pop e à MPB, os goianienses do Carne Doce vêm ganhando destaque no cenário nacional, tendo o disco mais recente do grupo , o elogiado“Princesa” , alcançado destaque como um dos melhores álbuns de 2016.

 

Omfalos

O Omfalos é um duo brasiliense formado por Thormianak e Zé Misanthrope. A dupla faz um black metal que se esquiva dos lugares comuns da vertente, acoplando influências de rock gótico, pós punk, death, industrial e hardcore. A discografia da banda consiste nos álbuns “Idiots Savants” (2011) e “Cotton Candy Rendezvous” (2013), e no  EP “Fallacy” (2014).

Overfuzz

Vindos de Goiânia Rock City, o Power Trio formado por Brunno Veiga (guitarra/vocal), Bruno Andrade (baixo) e Victor Ribeiro (bateria), faz jus à tradição da cidade natal e apresenta uma sonoridade fortemente ligada ao stoner rock. Atualmente, a banda promove o excelente álbum “Bastard Sons Of Rock n’ Roll” lançado no ano passado.

 

Venereal Sickness

Há 14 anos na estrada, o Venereal Sickness é uma respeitada banda mineira death metal. Com dois EPs e o álbum “Extreme Media” na bagagem, o trio já dividiu o palco com grandes nomes da cena underground brasileira como Krisiun e Ratos de Porão. Atualmente a banda passa por uma reformulação e está em processo de composição de um novo álbum.

Deb And The Mentals

Capitaneada pela vocalista Deborah Babilônia, a Deb And The Mentals faz um rock n’ roll direto ao ponto com influências de garage e punk rock. A banda, que também conta com Guilherme Hypolito (guitarra), Giuliano Di Martino (bateria) Stanislaw Tchaick (baixo), traz na carroceria o EP “Feel The Mantra” de 2015 e o álbum “Mess”, lançado este ano.

Plastique Noir

O Plastique Noir é uma banda cearense de gothic rock e pós punk. Para quem gosta de bandas como Joy Division, o som é altamente recomendado. O mais recente álbum da banda é “24 Hours Awake”, lançado em 2015.

Cangaço

Formado no ano de 2010, o Cangaço é uma banda que apresenta uma proposta, no mínimo, criativa. O trio pernambucano une o metal a melodias tradicionalmente brasileiras e nordestinas em uma sonoridade robusta e original. A discografia do grupo conta com os EPs “Positivo” (2011) e “Retalhado” (2015) e o disco “Rastros (2013), além de duas demos.

Muñoz

Nascido em Uberlândia (MG), mas radicado em Florianópolis (SC), o Muñoz é um duo formado pelos irmãos Mauro e Samuel Fontoura, com uma infusão sonora que vai do stoner ao blues rock. A discografia da banda é formada por um EP e dois discos, sendo “Smokestack” de 2016 o mais recente.

Facada

Banda cearense e forte expoente do grindcore nacional, o Facada conta com uma discografia com 3 álbuns, sendo "Nadir", de 2013, o mais recente. A banda também tem  discos ao vivo e demos. Também vale a pena conferir os projetos paralelos dos membros da banda.

 

 

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