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Roger Abdelmassih perde direito à prisão domiciliar

Falta de tornozeleira eletrônica impede o monitoramento do ex-médico em hospital particular

Após ser preso, Roger Abdelmassih faz foto de identificação no Paraguai
Após ser preso, Roger Abdelmassih faz foto de identificação no Paraguai
Foto: Divulgação/Senad

O ex-médico Roger Abdelmassih, de 73 anos, teve o direito à prisão domiciliar anulado pela Justiça nesta sexta-feira, 11. Com isso, logo depois que tiver alta do Hospital Albert Einstein, onde está internado tratando uma infecção, ele será conduzido a uma ala hospitalar do sistema penitenciário estadual.

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De acordo com a decisão de juíza Sueli Zeraik Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais, o motivo pela revogação do direito é a falta de tornozeleira eletrônica, que impossibilita a permanência do médico em um hospital particular.

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A juíza também determinou que, assim que tiver em condições, ele será transferido para o Hospital do Sistema Penitenciário, no bairro do Carandiru, em São Paulo.

Condenado a 181 anos de prisão, por 48 casos de estupro contra 37 ex-pacientes suas, Abdelmassih estava preso em Taubaté até o começo do mês passado. No entanto, devido a um erro quanto ao recurso manejado pelo Ministério Público levou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a restabelecer a decisão que concedeu regime domiciliar.

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Desde a última segunda-feira, 7, o ex-médico está internado no Hospital Albert Einstein. A sua ida ao ambulatório foi autorizada pela juíza Wania Regina Gonçalves da Cunha, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no Vale do Paraíba.

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