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Espírito Santo volta ao cenário de alerta para consumo de água

A recomendação é que os capixabas racionalizem água de forma permanente no Estado

Devido à crise hídrica, o Estado enfrentou racionamentos de água no ano passado
Devido à crise hídrica, o Estado enfrentou racionamentos de água no ano passado
Foto: Guilherme Ferrari/Arquivo

O Espírito Santo retomou o estado de alerta quanto ao consumo de água. Segundo a Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), está proibido captar o recurso de rios do Estado durante o dia, a não ser que seja para consumo humano, exceto em áreas onde existem acordos de cooperação comunitários. A recomendação do Governo é que os capixabas racionalizem água de forma permanente.

As restrições são voltadas, por exemplo, para as indústrias e propriedades rurais que irrigam lavouras. Esses só podem bombear água dos rios durante a noite. A medida serve para que evitar que o Estado volte a enfrentar racionamentos de água como os que aconteceram em 2016. 

De acordo com a resolução da agência publicada na última quarta-feira (6), os descumprimentos das normas previstas nos acordos de cooperação comunitária poderão acarretar em penalidades aos usuários. Além disso, a agência ainda mantém os lacres dos equipamentos de captação aplicados anteriormente aos usuários infratores.

As regras valem para todo o Estado. A Região Metropolitana está em melhor condição de abastecimento porque tem chovido e os níveis dos rios Santa Maria da Vitória e Jucu estão mais altos. Nas regiões Norte e Noroeste muitos rios continuam abaixo do nível crítico.

Ainda segundo a Agerh, os usuários só poderão romper os lacres após firmarem e ou aderirem ao acordo de cooperação comunitária junto aos respectivos Comitês de Bacia Hidrográfica.

(Com informações de Rafaele Gasparini, da TV Gazeta)

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