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Sobreviventes de acidente têm alta em Aracruz; três seguem internados

Cinco pessoas morreram no acidente, mas apenas duas já foram identificadas

Das oito pessoas que sobreviveram ao grave acidente entre um ônibus e uma carreta de celulose em Aracruz, no Norte do Estado, cinco tiveram alta do Hospital São Camilo. Outras duas pessoas, com ferimentos mais graves, foram transferidas para o Hospital Jayme dos Santos Neves, na Serra.

Lista dos feridos

- Uellinton Dias Cesar

- Rosángela Marcia da Silva

- Josias Guilherme da Silva

- Jane Torneri Nascimento

- Ana Clara dos Santos Gonçalves

- Elisabeth De Assis Silva Nunes

- Felipe Batista Zeferino

- Diorlândia Florentino

Mortos

Cinco pessoas morreram no acidente, mas apenas duas já foram identificadas. Uma é o motorista do ônibus de passageiros da empresa Expresso Aracruz, Geneci Flavio da Cunha, 62 anos, e a outra é uma professora da Escola Cabloco Bernardo, identificada como Ildeth Azeredo Lucas, de 50 anos.

Os corpos de três vítimas que morreram carbonizadas foram encaminhados para o DML de Vitória para passar por identificação.

Com informações de Ruhani Maia

O acidente

O acidente aconteceu por volta das 18h40 desta quinta-feira (18) na entrada de Vila do Riacho e envolveu uma carreta de celulose da Suzano, placas ILW 2066 e um ônibus de passageiros da Expresso Aracruz, placas PPD 5334. O caminhão trafegava no sentido Barra do Riacho  - BR 101 e o ônibus saía de Vila do Riacho quando houve a colisão frontal. Após a batida, os veículos pegaram fogo.

Um dos passageiros do ônibus que sobreviveu ao acidente e que aguardava atendimento médico em um hospital da região falou por telefone com a reportagem do Gazeta Online. Identificado apenas pelo nome de Josias, ele contou que todos sobreviventes estão muito assustados.

"Foi um susto danado. Consegui sair antes do ônibus pegar fogo. Um desespero grande! Tive ferimentos na perna, na cabeça", contou.

O comerciante Marcos Fernando Negreiro passava pelo local na hora que o acidente aconteceu e ajudou no socorro das vítimas.

"Parecia um filme de terror. Inclusive já tinha gente agonizando no meio da pista, mas a gente fez o que pode. Não tinha o que fazer tanta coisa, mas o que pudemos fazer, ajudamos, prestamos socorro”, contou.

Das 7 pessoas, duas foram encaminhadas para o Jayme. As outras 5, quatro foram liberaddas hoje cedos

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