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Juliana Aguiar abre seu baú para a Revista.Ag

A empresária contou um pouco sobre seus objetos favoritos ao repórter Guilherme Sillva

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Foi por causa da mãe, dona de um salão de beleza, que Juliana Aguiar se apaixonou por esse universo. Depois de trabalhar em alguns salões com colorimetria, ela acabou montando o próprio estabelecimento com uma sócia, em 2010. “Fiz meu curso de micropigmentação para ajudar no faturamento do salão. Comecei como designer de sobrancelhas adquirindo habilidade e experiência na área, visto que micropigmentação era um trabalho de muita responsabilidade. A sociedade no trabalho não deu certo, e eu preferi sair e voltar a atender em casa como colorista, maquiadora e designer de sobrancelhas”. Ela se casou e morou no sertão paraibano por 10 meses a fim de ajudar num trabalho voluntário. “Nesse tempo pude correr atrás dos meus sonhos. Fiz trabalho voluntário e tive dois filhos”.

No final de 2015, foi para Montevidéu, Uruguai, onde teve a primeira experiência internacional na micropigmentação. “Naquele momento somente eu atendia mais de oito clientes todos os dias, e o salão ficou pequeno demais para tanta gente”, lembra. Agora ela se prepara para mais um passo importante na carreira. “Vou abrir um espaço com 25 profissionais”, conta Juliana, que também faz um trabalho com mulheres que tiveram suas sobrancelhas mutiladas. “Essas mulheres já sofreram muito na vida, e sei que a sobrancelha não é apenas luxo, mas uma necessidade”.

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Não dou, não vendo e não troco

O chapéu do sertão. Ele representa o início de um trabalho muito árduo com o meu esposo, com o propósito de contribuir com a obra social do sertão da Paraíba. Desenvolvemos um trabalho com a comunidade. Foi onde eu comecei a estudar e a atuar na área da beleza.

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Guardo com carinho

O troféu. É a simbologia de um grande reconhecimento, quando ganhei como a melhor microblading da América Latina em um campeonato. Fui eleita pelas russas Victoria Tomashivskaya e Rita Romo.

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Lembrança de viagem

O bicho de pelúcia, que é do maior prédio do mundo, o Burj Kaliffa, em Dubai. Ganhei a viagem num campeonato.

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Não vivo sem

O indutor manual que representa o tebori, técnica milenar artística. É a minha ferramenta de trabalho.

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Maternidade

Guardo o sapatinho do meu primogênito, o Bernardo, e a roupinha do Breno, meu segundo filho. Sempre quis ser mãe.

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O início

O secador. Ele representa o início da minha trajetória. Comecei como assistente de cabeleireiro; depois, colorista. Tenho muito orgulho de citar o início da minha carreira. Chegava a trabalhar cerca de 15 horas por dia (em pé), muitas vezes até de madrugada.

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