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Diário de chloé: diga não aos julgadores!

"Entristece muito quando essas opiniões vêm com julgamento, principalmente em um momento de dor"

Meu querido diário... Hoje eu gostaria de falar sobre a triste notícia da morte da modelo Caroline Bittencourt. Uma fatalidade que sempre faz os humanos pensarem no quanto a vida é breve e no quanto é importante se amar mais, se abraçar mais, se beijar mais e, principalmente, se perdoar mais.

Mas tem uma coisa que me chamou atenção nesta triste notícia. Inicialmente foi publicado que ela teria entrado no mar, mesmo em meio a uma tempestade com ventos fortes, para salvar suas cachorrinhas. O que, parece, não foi o que aconteceu.

O problema é que no momento que essa informação caiu nas redes sociais, várias pessoas começaram a se manifestar. Até aí, tudo bem, vivemos em uma democracia, e todos têm o direito de expor suas opiniões. Mas me entristece muito quando essas opiniões vêm com julgamento, principalmente em um momento de dor.

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Explico: muitos comentários foram a favor da ação, pessoas que também têm animais de estimação disseram que teriam a mesma atitude, alguns até ressaltaram que mesmo não sabendo nadar, se jogariam no mar para salvar seus mascotes. Outros falaram que ou não teriam essa coragem ou ficariam em dúvida, sem saber ao certo o que fariam.

O problema foram os julgadores, que se acharam no direito de opinar sem nenhuma empatia com o momento. E isso é muito triste. Se colocar no lugar do outro é sempre importante. Quem somos nós para julgar se a ação de se jogar no mar para salvar o animal de estimação tão amado está certo ou errado?

Eu não entendo uma pessoa, principalmente em um momento triste como esse, jogar sua frustração, seja lá por qual motivo for, no outro. E infelizmente as redes sociais estão se transformando em um campo minado. E como falta empatia! Muito triste.

Eu e Frida temos duas mães (duas irmãs) que nos amam muito. E acho que elas fariam o mesmo, se jogariam no mar para nos salvar. Mas talvez se pudéssemos falar, diríamos a elas para não arriscarem a vida por nós, porque mesmo longe, lá no céu, estaríamos sempre em seus corações.

Mas o amor, meus queridos, não tem explicação, mesmo o amor por um filho de quatro patas. E só quem tem um, dois, três... é que sabe realmente como é. Aos julgadores de plantão deixo meu profundo desprezo. Lambeijos, com muito amor.

Me leva pra casa?
Me leva pra casa?
Foto: (Divulgação)

Me adota, vai!

Oi gente! Eu sou o Tom, um gatinho senhorzinho e estou precisando com urgência de um lar. Eu já nasci nas ruas, é muito triste, tá! O problema é que atualmente vivo no condomínio 3ª Etapa, em Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha, e alguns moradores me adoram, me alimentam e dão água, mas outros não gostam, e é aí que mora o perigo. Preciso sair de lá, mas não posso ir para residências que já tenham gatos, pois tenho um probleminha de saúde que é transmissível para outros felinos, mas nada que comprometa minha capacidade de amar e ser amado. Aliás, sou extremamente carinhoso e dorminhoco. Por favor, vem me buscar! Caso se interesse, é só entrar em contato pelo e-mail da coluna [email protected]

É o bicho AG
É o bicho AG
Foto: (Divulgação)

Quadrinhos divertidos

Eu adoro decorar a minha casa com quadrinhos. E me apaixonei por estes, do quiosque Artesanato da Terra, no Shopping Mestre Álvaro. Eles trazem frases divertidas como “Não temos wi-fi, brinque com o cachorro” e “Sem raça definida, mas mudou a minha vida”. São perfeitos para amantes de animais que gostam de fazer referência aos peludos em um cantinho da residência.

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