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Dever do sigilo e o direito à intimidade são definidos na infância

Sabedoria social de decidir pra quem se faz confidências é uma habilidade atrelada à noção de sigilo, confiança e privacidade

De acordo com a comentarista Adriana Muller, a fronteira da intimidade é uma capacidade que desenvolvemos ao longo do tempo. "Em outras palavras, é a capacidade que eu quero mostrar e o que eu quero esconder", explica ela. Apesar de óbvia, é uma capacidade que só é alcançada quando se desenvolve a consciência de si e do outro, e da própria visibilidade.

Por volta dos dois anos, a criança ganha além da consciência de si a noção da própria visibilidade, ou seja, além de definir o que mostrar ou não, a criança toma concreta a ideia do quando mostrar. A partir dessa construção do que é o segredo, Adriana Muller explica a necessidade e a importância da privacidade humana. Ouça na íntegra:

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