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Cientistas políticos analisam as repercussões em torno do processo de impeachment da presidente Dilma

Fernando Pignaton e Vitor Amorim abordaram os preparativos para a votação deste domingo e as consequências do processo que pode afastar Dilma Rousseff do poder nas próximas semanas

Até o início da tarde deste sábado (16) cerca de 190 deputados discursaram no plenário da Câmara Federal, em mais de 29 horas, desde a abertura da sessão que analisa a continuidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), descartou o risco de adiamento do processo de votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), no plenário federal, marcada para ter início às 14 horas deste domingo (17). 

Cunha afirmou que, mesmo com o atraso no espaço destinado aos partidos políticos, não há problema porque no caso dos inscritos individualmente é possível votar um requerimento de encerramento de discussão. A sessão desta sexta-feira (15) se prolongou e perdurou até a manhã deste sábado, passando das 24 horas de duração.

A primeira madrugada da discussão no plenário da Câmara foi marcada pela diversidade dos argumentos dos que são favoráveis ao afastamento da presidente Dilma Rousseff e dos contrários à proposta. Na manhã deste sábado os cientistas políticos Fernando Pignaton e Vitor de Angelo analisaram o momento político.

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