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Pesquisadores realizam novo monitoramento do Rio Doce

Desde o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 5 de novembro de 2015 pesquisadores de todo o País também têm atuado na pesquisa sobre os efeitos do rompimento e as consequências que poderão ser sentidas tanto a curto, quanto a longo prazo, para populações atingidas, ecossistemas e animais. Uma dessas é a Rede Rio Doce Mar, rede colaborativa acadêmica formada por pesquisadores de mais de 20 instituições de todo o país e com coordenação central na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). No grupo, são realizados os trabalhos de monitoramento da biodiversidade do rio Doce e áreas adjacentes marinhas.

A situação, em especial, do rio Doce ainda merece ser observada, apontam pesquisadores. Houve a redução da concentração dos rejeitos ao longo do ecossistema, mas com níveis que ainda merecem atenção. As primeiras semanas após o desastre foi o momento mais grave, com a contaminação do rio, mortes de peixes e outras espécies. Nesta edição do CBN Cotidiano você fica por dentro de mais detalhes do assunto. Confira!

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