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Preço da gasolina na bomba sofre influência das distribuidoras

A Petrobras anunciou, na quarta-feira (09), que reduziu o preço médio da gasolina em suas refinarias ao menor nível em 14 meses, ao valor de R$ 1,4337. Entre as variáveis, está a recente queda na cotação do dólar, um dos parâmetros utilizados pela companhia em sua sistemática de reajustes. É o patamar mais baixo desde o 1,4259 real visto em 24 de outubro de 2017. Entretanto, para os consumidores que vão aos postos, a percepção é de que essa queda não chega nas bombas.

A pergunta que todos se fazem é: por que, afinal, essas quedas não chegam ao consumidor? O professor de Finanças Rafael Felipe Schiozer, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), analisa a dinâmica do setor e, em entrevista à Rádio CBN Vitória, aponta que essa queda no preço é registrada nas refinarias, mas não pelas distribuidoras. “A gente poderia esperar uma redução teórica, se tudo refletisse rapidamente no preço, da ordem de 5% a 10%. A culpa não é nem do dono do posto, porque é da distribuidora para o posto que essa queda não foi repassada”, explica.

Ouça a explicação completa sobre a composição dos custos que influenciam no preço da gasolina:

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