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Delegado da Receita explica trabalho de apreensão de drogas no ES

O delegado Fabrício Betto, da Receita Federal do Brasil (RFB), explica que a maioria das apreensões acontecem dentro de operações de fiscalização que ocorrem diariamente. Segundo ele, a RFB atua em vários locais, com vários alvos, e possui um serviço de inteligência que garante ações bem-sucedidas

No início deste mês de maio a Alfândega apreendeu, no Terminal Portuário de Vila Velha, 25 quilos de cocaína. A droga foi avaliada em US$ 2,5 milhões, aproximadamente R$ 10 milhões, e seria enviada para a Bélgica. Mas enganam-se as pessoas que acham que operações como essa envolvem longas investigações e “cenas cinematográficas”.

O delegado Fabrício Betto, da Receita Federal do Brasil (RFB), explica que a maioria das apreensões acontecem dentro de operações de fiscalização que ocorrem diariamente. Segundo ele, a RFB atua em vários locais, com vários alvos, e possui um serviço de inteligência que garante ações bem-sucedidas.

Betto explica também que há uma constante troca de informações com outros órgaos e operações conjuntas com outras unidades da Receita Federal pelo País. Aqui no Espírito Santo, há tanto a transmissão quanto o recebimento dessas informações, além da equipe também atuar em campo, como no caso da sexta-feira (10).

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