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Banco de dados de biometria da Polícia Federal chegará a 100 milhões de digitais

Ouça a entrevista com o Superintende da Polícia Federal no Espírito Santo, Jairo Souza

Um acordo de cooperação firmado entre a Polícia Federal e a Secretaria Estadual de Segurança Pública vai permitir que o Estado tenha acesso a um banco de dados com mais de 22 milhões de impressões digitais colhidas através da biometria. De acordo com o Superintende da Polícia Federal no Espírito Santo, Jairo Souza, a expectativa é de que este banco, que passa por ampliação, seja capaz de catalogar cerca de 100 milhões de pessoas. O convênio também irá permitir cadastrar dados de criminosos presos no Estado no Afis Criminal, sistema automatizado de identificação de impressões digitais da Polícia Federal. Esse acordo havia sido iniciado em 2010, mas foi encerrado oficialmente em 2014.

O sistema possibilita pesquisar em um banco de dados as imagens das impressões digitais de criminosos de todo o País. Cada imagem que a máquina dispõe é rigorosamente verificada pelos peritos da unidade. O recurso tem facilitado o trabalho da perícia e permitido laudos com 100% de certeza da autoria de crimes. Ao realizar a coleta de fragmentos de impressões digitais em um local de ocorrência, essas informações são digitalizadas e inseridas no sistema Afis que faz uma pesquisa no banco de dados criminal que permite comparação automática das impressões digital. 

 

 

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