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ES livre de manchas de óleo que atingiram o Nordeste, segundo o Ibama

Balanço do Ibama: saiba como está a situação do litoral do ES

Segundo informação do o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), desde o dia 17 de dezembro de 2019 o Espírito Santo não registra ocorrência de manchas de óleo no litoral. É sobre esse assunto que a CBN Vitória conversou com Diego Libardi, Superintendente estadual do Ibama. Saiba como está a situação do Estado nesse cenário.

Na última sexta-feira (03), balanço Ibama apontou que o número de localidades atingidas por óleo no Brasil chegou a 998. Praias, mangues, rios e áreas de proteção ambiental de ao menos 130 municípios de todos os nove Estados do Nordeste, do Rio de Janeiro e aqui do Espírito Santo foram afetados por fragmentos ou manchas de petróleo cru desde 30 de agosto do último ano.

Para o Ibama, embora o petróleo não seja mais encontrado em grandes manchas, a presença de pequenas partículas da substância exige um trabalho de mais difícil remoção e também tem impacto no meio ambiente, principalmente à fauna. O superintendente destaca que de algum tempo já não se observa a presença desses fragmentos no Estado, mas continua-se na fase de observação. Regiões oleadas (vestígios/esparsos) são 57 no Estado, desde novembro.

Histórico:

A primeira mancha de óleo foi oficialmente identificada em 30 de agosto, no município de Conde, na Paraíba. Quatro dias depois, o material foi encontrado no segundo Estado, Pernambuco, na Ilha de Itamaracá. Em 1º de outubro, a Bahia foi o nono e último Estado do Nordeste a receber óleo, com a primeira mancha identificada na Mata de São João. Por fim, fragmentos são encontrados no Espírito Santo, desde 7 de novembro, e no Rio de Janeiro, desde 22 de novembro.

 

 

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