Terceira noite do 25º FCV com música e homenagem no palco

George Israel iniciou a noite com uma surpresa para o público

Publicado em 06/09/2018 às 13h43

Atualizado em 06/09/2018 às 16h05

George Israel abriu a terceira noite do festival com uma apresentação surpresa ao saxofone
Foto:Claudio Postay/Divulgação
George Israel abriu a terceira noite do festival com uma apresentação surpresa ao saxofone

A terceira noite do 25º Festival de Cinema de Vitória seguiu o ritmo de surpresas do evento. O público presente no Teatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória, foi surpreendido logo na abertura, nesta quarta-feira (5), ao som de saxofone. É que ex-integrante da banda Kid Abelha, o saxofonista George Israel, saiu do camarim tocando seu sax e arrancando muitos aplausos da plateia com seu som incrível e envolvente. Em seguida, ele subiu ao palco para dar início a abertura da noite ao lado da atriz Bel Kutner.

E a noite foi marcada com mais homenagem. O 25º FCV concedeu homenagem ao cineasta e artista plástico Neville D’Almeida pelos seus 50 anos de carreira como um dos maiores diretores do cinema brasileiro. Ele recebeu o troféu de homenageado pelas mãos de Mario Abbade, diretor do recém lançado “Neville D’Almeida – cronista da beleza e do caos”, documentário que resgata a vida e o trabalho de Neville. O filme foi exibido na mesma noite.

Emocionado, ao receber o troféu, Neville ajoelhou e beijou o palco do teatro como forma de agradecimento ao Festival pela homenagem, e com esse gesto arrancou aplausos da plateia.

Neville D'almeida ao comemorar o recebimento da homenagem no 25º Festival de Cinema de Vitória
Foto:Sergio Cardoso/Divulgação
Neville D'almeida ao comemorar o recebimento da homenagem no 25º Festival de Cinema de Vitória

Quinta-feira

E a noite desta quinta-feira (6) promete muitas atrações. A apresentação do festival nesta quinta-feira (6) ficará por conta da atriz e cantora Zezé Motta e do ator Sérgio Marone.

E hoje também haverá a grande homenagem nacional do 25ª FCV, que concederá homenagem ao cearense Luiz Carlos Barreto, considerado um dos maiores produtores de cinema do Brasil. Jornalista, fotógrafo, roteirista, ele é um personagem importante para o movimento do Cinema Novo e um grande colaborador na construção de um projeto de cinema nacional.

Ao lado de sua esposa, Lucy Barreto, está à frente da produtora de cinema LC Barreto, empresa que traz no currículo mais de 100 filmes, entre eles, obras consagradas da cinematografia nacional como “Assalto ao Trem Pagador”, de Roberto Farias (1962) - seu primeiro filme como produtor; “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, obra cuja direção de fotografia é assinada por Luiz Carlos Barreto; “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, seu primeiro filho; “Bye Bye Brasil” (1979), de Cacá Diegues; e “Memórias do Cárcere” (1984), de Nelson Pereira dos Santos.

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