Notícia

Preservação de Nascentes

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Hoje é dia de voltar pra sala de aula. Isso mesmo! Vou aprender uma lição junto com a garotada da escola da comunidade de São João da Barra Seca, interior do município de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo. O que essa aula tem de especial? A preservação das nascentes. Isso porque as casas, a igreja, o centro comunitário, tudo é abastecido com água da nascente da propriedade.

Confira o terceiro capítulo da websérie:

 

 

É um verdadeiro tesouro, sabia? Por isso, está protegida, no alto do morro. Pra chegar lá tem que andar, mas isso não desanima não. No final, a recompensa vale a pena. Conheci essa história por meio do Instituto Terra organização fundada pelo casal Lélia e Sebastião Salgado. O instituto é parceiro da Fundação Renova, criada para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015, lembra? Até agora, já foram desembolsados mais de R$ 6 bilhões de reais em ações de reparação.

 

 

A recuperação das nascentes é uma ação fundamental. A proteção favorece a melhoria da qualidade do solo, oferecendo condições suficientes para reter a água das chuvas. Além de cercar a área da nascente para evitar o pisoteamento de animais, são plantadas mudas e oferecida assistência técnica aos produtores rurais. Até 2027, 5 mil nascentes estarão protegidas na Bacia do Rio Doce. Para isso, serão utilizadas mais de 1 milhão de mudas, todas elas de espécies nativas da Mata Atlântica. 450 produtores rurais estão engajados neste trabalho. Sem o produtor não haveria proteção de nascentes. Conheci o seu Ademir Pinotti. A nascente da comunidade de São João da Barra Seca fica dentro da propriedade dele. E ele fez questão de participar do projeto para garantir o abastecimento da comunidade em que vive. É um orgulho. Seu Ademir, quero ser igual ao senhor. Adorei conhecê-lo e contar a sua história aqui na nossa websérie. Ainda não acompanhou? Ela já está disponível aqui no nosso diário. Acesse

Assinado: Bruno Faustino

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