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Vendedor de carros desaparece em Guarapari: "Estava feliz", diz mãe

A família já rodou hospitais, buscou no Instituto Médico Legal (IML) e até contratou um detetive, mas segue sem qualquer pista

Alan Luiz de Oliveira Pinto, 34 anos, está desaparecido há uma semana
Alan Luiz de Oliveira Pinto, 34 anos, está desaparecido há uma semana
Foto: Reprodução / Facebook

Atualização: Alan Luiz de Oliveira Pinto foi encontrado nesta quarta-feira (13) e está com a família, que preferiu não informar mais detalhes sobre o caso.

Há uma semana, dona Carmem Lúcia, de 58 anos, espera por notícias do filho. "Quero encontrar ele do jeito que tiver, só para ele vir para casa", desabafa. Alan Luiz de Oliveira Pinto, 34 anos, está desaparecido desde o dia sete de março, quando saiu de casa de moto e não voltou. A família já rodou hospitais, buscou no Instituto Médico Legal (IML) e até contratou um detetive, mas segue sem qualquer pista sobre o que pode ter acontecido com o vendedor de carros.

Casado e pai de uma menina de 3 anos, Alan mora sozinho em Guarapari durante a semana para trabalhar e visita a família ao finais de semana em Itaipava, distrito de Itapemirim, no Sul do Estado. Na quinta-feira (07), ligou para a mãe para pedir uma receita e falou também com a esposa. Foi a última vez que a família teve contato com ele.

"Conversei com ele por volta das 21 horas. Ele ia fazer rabada, me ligou perguntando como fazia. Conversou comigo normalmente, estava feliz da vida porque tinha vendido um carro bom no trabalho e ia receber uma boa comissão depois. Estava radiante. Ele falou com a esposa também nesse dia. Não tinha nenhum problema, estava tudo bem. A gente não faz ideia do que pode ter acontecido", contou a mãe.

Segundo a família, Alan tem uma rotina simples, não costuma sair de casa e nem receber visitas. No dia do desaparecimento, uma vizinha viu quando o vendedor de carros saiu de moto. 

"A esposa trabalha em Itapemirim, ele trabalha em Guarapari e por isso, há um ano, mora lá durante a semana. O único lugar que ele ia era para igreja. Era de casa para igreja, da igreja para casa, de casa para o trabalho e do trabalho para casa. A vizinha conta que ele não era de levar ninguém na casa dele. Na quinta-feira a vizinha viu quando ele saiu de moto. Depois a gente conseguiu entrar na casa dele e vimos o celular carregando e a carteira de motorista dele em cima da mesa, então a gente acredita que ele deve ter saído para resolver algo ali por perto, só que não voltou", diz dona Carmem Lúcia.

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