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Até mestrado entra na conta em Presidente Kennedy

Cidade também gasta com transporte e bolsas para alunos do ensino superior

Ônibus escolares nas ruas de Presidente Kennedy: cidade custeia o transporte
Ônibus escolares nas ruas de Presidente Kennedy: cidade custeia o transporte
Foto: Edson Chagas

A Prefeitura de Presidente Kennedy, número um em gastos com educação por aluno em 2017, afirmou que, mesmo com resultado ruim no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais, ficou com nota acima da meta.

“Já nas séries finais, o que prejudicou o desempenho do município no ranking classificatório foi o fato de a escola da comunidade de São Salvador não ter conseguido o número suficiente de participantes no Saeb para que os resultados fossem divulgados, o que acabou puxando a nota para baixo”, informou o município por meio de nota.

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Quanto à utilização do recurso, que quase alcança R$ 29 mil por aluno, a prefeitura disse que ele vem sendo aplicado na melhoria das condições de trabalho dos professores e para dar aos alunos uma estrutura adequada para o aprendizado. “De todo modo, as equipes da Secretaria Municipal de Educação vão se debruçar sobre o resultado do Ideb e buscar soluções para que todo o investimento que foi feito seja traduzido em melhor desempenho e melhor nota na avaliação nacional”, afirmou a administração da cidade.

Além disso, Presidente Kennedy informou que investe em educação superior fornecendo bolsas de estudo a 654 alunos de graduação, 128 de pós-graduação e 50 de mestrado.

ITAPEMIRIM

Já Itapemirim, que gasta R$ 9.818,35 por ano para cada aluno matriculado na rede municipal afirmou que alcançou as metas estipuladas pelo Ministério da Educação.

A prefeitura garantiu, através de nota, que investe e vai continuar investindo em formação continuada e em plano de carreira para os profissionais do magistério, reformas e construções de novas Instituições de ensino.

ANCHIETA

Anchieta foi o terceiro município capixaba que mais gastou em educação per capita: mais de R$ 10 mil por cada aluno em 2017. Os gastos, entretanto, não se reverteram em bons resultados no Ideb.

A prefeitura alegou que esse dinheiro aplicado em 2017 é para gerar resultados a médio prazo e não no ano de 2017, quando foi aplicada a prova.

A Secretaria de Educação acredita que as novas metodologias adotadas desde o ano passado irão repercutir em bons resultados nos próximos anos.

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