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Caso Milena Gottardi: recursos da defesa dos réus serão julgados

Dessa vez, os recursos serão analisados em segunda instância; caso seja mantida a decisão inicial, o juiz do caso poderá marcar a data do júri

O policial civil Hiláfrio Frasson, acusado de mandar matar a médica Milena Gottardi
O policial civil Hiláfrio Frasson, acusado de mandar matar a médica Milena Gottardi
Foto: Carlos Alberto Silva | GZ | Arquivo

Mais um dos recursos dos advogados dos seis acusados pela morte da médica Milena Gottardi serão julgados na quarta-feira, às 14h30, na 2° Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). Dessa vez, os recursos serão analisados em segunda instância por um grupo de desembargadores.

Esses mesmos recursos já foram julgados em primeira instância pelo juiz da primeira Vara Criminal de Vitória Marcos Pereira Sanches e negados. Os acusados questionam a pronúncia feita pelo próprio juiz no processo que vai julgar os responsáveis pela morte da médica.

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"Esses recursos foram interpostos contra a decisão de pronúncia. Após o julgamento, caso mantida referida decisão, o juiz do caso poderá marcar a data do julgamento do júri", diz o assistente de acusação Renan Sales.

O ASSASSINATO DE MILENA GOTTARDI

Após ter sido baleada na cabeça, Milena Gottardi Tonini Frasson não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 15 de setembro
Após ter sido baleada na cabeça, Milena Gottardi Tonini Frasson não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 15 de setembro
Foto: Facebook

No dia 14 de setembro de 2017, a médica foi baleada na cabeça, no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), em Vitória. Ela tinha acabado de sair do trabalho e estava acompanhada de uma amiga quando foi surpreendida por um homem que simulou um assalto. A morte foi declarada no dia seguinte.

O policial civil Hilário Frasson e o pai dele, Esperidião Frasson, foram denunciados como mandantes do crime. Eles teriam contratado dois intermediários, Hermenegildo Palaoro Filho e Valcir da Silva Dias, para ajudar no crime e contratar um atirador. Dionathas Alves é apontado como a pessoa que realizou o disparo. Ele, por sua vez, solicitou ao cunhado Bruno Broetto uma moto, que foi usada no crime.

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