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Centro de Vitória já foi cenário de outros grandes incêndios

Há quase três décadas o Centro de Vitória, com muitos prédios antigos e alguns históricos, vem sendo palco de incêndios. O maior correu em julho de 1994 e deixou quatros mortos

Há quase três décadas o Centro de Vitória, com muitos prédios antigos e alguns históricos, vem sendo palco de grandes incêndios. O maior e mais famoso deles ocorreu em julho de 1994, e destruiu os galpões da Vila Rubim. Uma tragédia que matou quatro pessoas e feriu outras 26.

O incêndio teve início por volta do meio-dia, quando 20 toneladas de fogos de artifício e barris de pólvora que estavam estocados em três andares da Casa Sempre Rica, localizada nos galpões, explodiram, provocando um incêndio de grande proporção. Um total de 38 lojas situadas no mercado foram destruídas, assim como os galpões 2 e 3, além de 110 boxes, 11 lojas localizadas fora do mercado e sete veículos estacionados no local ou que passavam pela Avenida Duarte Lemos.

Uma loja de fogos de que funcionava no Mercado da Vila Rubim, em Vitória, explodiu matando quatro pessoas, ferindo 26 e destruindo todo o mercado. O incêndio ocorreu quando 20 toneladas de fogos de artifício e barris de pólvora que estavam estocados em três andares da Casa Sempre Rica explodiram, provocando um incêndio de grande proporção.
Uma loja de fogos de que funcionava no Mercado da Vila Rubim, em Vitória, explodiu matando quatro pessoas, ferindo 26 e destruindo todo o mercado. O incêndio ocorreu quando 20 toneladas de fogos de artifício e barris de pólvora que estavam estocados em três andares da Casa Sempre Rica explodiram, provocando um incêndio de grande proporção.
Foto: Gildo Loyola - 01/07/1994

Com o impacto de duas explosões, carros foram jogados uns sobre os outros e vidraças quebraram a uma distância de 150 metros. O Corpo de Bombeiros chegou ao local da explosão em 20 minutos. Mas a falta de hidrantes no mercado atrasou o início do combate às chamas em 1h30. Motoristas desesperados tentavam se livrar dos fogos e, na tentativa de sair da Avenida Elias Miguel, vários carros colidiram. Um engarrafamento gigante se formou.

>Dono de loja na Vila Rubim: "O consolo é que nenhuma vida foi perdida"

ELETRODOMÉSTICOS

Em abril de 2002, uma loja de eletrodomésticos foi completamente destruída. O fogo queimou todas as mercadorias da Lojas Arapuã e causou o desabamento do teto e parte da fachada da loja, que teve que ser demolida. As chamas causaram ainda danos na Avelar Móveis, ambas localizadas na Vila Rubim.

A loja Arapuã foi completamente destruída por um incêndio, que provocou danos na Avelar Móveis, ambas localizadas na Vila Rubim. O fogo queimou todas as mercadorias  e causou o desabamento do teto e de parte da fachada do estabelecimento.
A loja Arapuã foi completamente destruída por um incêndio, que provocou danos na Avelar Móveis, ambas localizadas na Vila Rubim. O fogo queimou todas as mercadorias e causou o desabamento do teto e de parte da fachada do estabelecimento.
Foto: Gildo Loyola - 28/04/2002

Em setembro do mesmo ano, foi a vez do tradicional Mercado da Capixaba arder em chamas. O fogo teve início na loja de material esportivo Spózer, na avenida Jerônimo Monteiro, e rapidamente se alastrou, destruindo completamente a Secretaria Municipal de Cultura, localizada no piso superior do mercado, onde nada sobrou. O teto desabou e arquivos foram destruídos. Não houve vítimas.

O fogo destruiu o Mercado da Capixaba. O incêndio teve início na loja de material esportivo Spózer, na Avenida Jerônimo Monteiro, e rapidamente se alastrou, destruindo completamente a Secretaria Municipal de Cultura, localizada no piso superior do mercado, onde nada sobrou. O teto desabou e arquivos foram destruídos. Não houve vítimas.
O fogo destruiu o Mercado da Capixaba. O incêndio teve início na loja de material esportivo Spózer, na Avenida Jerônimo Monteiro, e rapidamente se alastrou, destruindo completamente a Secretaria Municipal de Cultura, localizada no piso superior do mercado, onde nada sobrou. O teto desabou e arquivos foram destruídos. Não houve vítimas.
Foto: Marcos Fernandez - 13/09/2002

Histórico da destruição

21 de novembro de 1993 - Um incêndio destruiu totalmente as lojas Pernambucanas, na avenida Princesa Isabel, e deixou em pânico os moradores do edifício Dionisio Abaurre, ao lado. Todos os 44 apartamentos do prédio de 12 andares, foram evacuados.

1º de julho de 1994 - Uma loja de fogos de que funcionava no Mercado da Vila Rubim, em Vitória, explodiu matando quatro pessoas, ferindo 26 e destruindo todo o mercado. O incêndio ocorreu quando 20 toneladas de fogos de artifício e barris de pólvora que estavam estocados em três andares da Casa Sempre Rica explodiram, provocando um incêndio de grande proporção. Com a explosão e o incêndio, 38 lojas situadas no Mercado foram destruídas, além dos galpões 2 e 3, de 110 boxes, 11 lojas localizadas fora do mercado e sete veículos estacionados no local ou que passavam pela Avenida Duarte Lemos, próxima ao mercado.

12 de março de 2002 - O fogo destruiu a Casa do Chocolate. Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio antes que outras lojas fossem atingidas

29 de abril de 2002 - A loja Arapuã foi completamente destruída por um incêndio, que provocou danos na Avelar Móveis, ambas localizadas na Vila Rubim. O fogo queimou todas as mercadorias e causou o desabamento do teto e de parte da fachada do estabelecimento.

13 de setembro de 2002 - 

O fogo destruiu o Mercado da Capixaba. O incêndio teve início na loja de material esportivo Spózer, na avenida Jerônimo Monteiro, e rapidamente se alastrou, destruindo completamente a Secretaria Municipal de Cultura, localizada no piso superior do mercado, onde nada sobrou. O teto desabou e arquivos foram destruídos. Não houve vítimas.

16 de fevereiro de 2004 - Incêndio na casa especializada em material de pesca Martlin Azul e Tomasini Velas, localizadas no Mercado da Vila Rubim, que vende artigos religiosos. O fogo também atingiu um bar e duas lojas.

6 de março de 2010 - Um incêndio de grandes proporções atingiu o Mercadão Vila Rica, na Vila Rubim. O fogo rapidamente se alastrou, destruindo completamente o galpão, que possuía lojas de pescaria, embalagens, condimentos e bebidas.

15 de junho de 2018 - Uma filial das Casas Bahia foi destruída por um incêndio. A loja, localizada na na Avenida Princesa Isabel, vendia móveis e eletrodomésticos e ficou completamente destruída.

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