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MEC erra e chama Aracruz de "Área Cruz" em redes sociais

O erro não passou despercebido pelos internautas, que comentaram o post corrigindo o nome da cidade

MEC erra e chama "Aracruz" de "Área Cruz" no Facebook
MEC erra e chama "Aracruz" de "Área Cruz" no Facebook
Foto: Reprodução | Facebook

O Ministério da Educação (MEC) se equivocou na noite desta terça-feira (10) e fez uma publicação nas redes sociais Facebook e Twitter chamando "Aracruz" de "Área Cruz". A reportagem do Gazeta Online questionou o ministério, que se posicionou sobre o erro na manhã desta quarta-feira (11).

"O MEC informa que houve um engano na postagem sobre as escolas-cívico militares. O texto chamava o município de Aracruz de Área Cruz. O erro foi corrigido logo após a publicação da matéria, em 10 de setembro. O MEC pede desculpas à população da cidade", diz a nota.

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A postagem é para falar sobre a prefeitura da cidade, que teria manifestado interesse em aderir ao modelo de escolas cívico-militares lançado pelo ministério na última quinta-feira (5), segundo informação postada pelo MEC. O erro, no entanto, não passou despercebido pelos internautas, que comentaram o post corrigindo o nome da cidade.

PREFEITURA NEGA INTERESSE

Nesta quarta-feira (11), a Prefeitura de Aracruz entrou em contato com a reportagem do Gazeta Online e informou que desconhece a informação do MEC e, até o presente momento, não manifestou o interesse em aderir ao modelo.

VEJA COMENTÁRIOS

"Área Cruz não... Aracruz"

— Genilton Nunes

"Não seria Aracruz o nome da cidade?"

— Gisele Souza

"Área Cruz? O nome da minha cidade mudou e eu não fiquei sabendo kkkk. Deve ter sido o ministro que escreveu errado assim"

— Renato Batista

"Nem o nome da cidade vocês acertam"

— Papique Valença

OUTRA POLÊMICA

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, escreveu duas vezes a palavra “paralisação” usando a letra “z” em ofício endereçado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, no último dia 30 de agosto.

No documento, o ministro alertava que os recursos estabelecidos para o ano de 2020 são insuficientes para a demanda da pasta de educação e que a redução de verbas coloca em risco programas do governo, bolsas de estudos e a manutenção de universidades. Ele também chegou a escrever "suspenção" ao invés de "suspensão".

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