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Perfume virtual a pulseira que aquece: as novidades da feira de Las Vegas

A expectativa é que, em 2025, a internet das coisas chegue a mais de de 1,3 bilhão de itens somente nos países da América Latina

Samsung, através do seu laboratório C-Lab, desenvolveu o "Perfume Blender", um serviço de criação de fragrâncias
Samsung, através do seu laboratório C-Lab, desenvolveu o "Perfume Blender", um serviço de criação de fragrâncias
Foto: Divulgação

Quem anda pela Consumer Electronics Show (CES), a maior feira de eletroeletrônicos do mundo, que acontece esta semana em Las Vegas, já percebeu como o avanço da tecnologia pode criar novas demandas para o dia a dia das pessoas. E algumas impensáveis até mesmo para os mais conectados.

Com a ajuda da chamada internet das coisas, os fabricantes vêm apresentando soluções, digamos, inusitadas. Na lista estão malas que acompanham o dono de forma autônoma no aeroporto, pulseiras que aquecem o braço do usuário, sensor que mede o impacto na cabeça para atletas e até carteira com localizador para quem foi furtado.

Essas inovações vão ajudar no crescimento do uso dos objetos conectados, dizem especialistas. De acordo com dados inéditos da GSMA, que reúne as operadoras de telefonia, a expectativa é que, em 2025, a internet das coisas chegue a mais de de 1,3 bilhão de itens somente nos países da América Latina.

“Com a inteligência artificial, é possível criar até perfumes. Há um foco no desenvolvimento de itens relacionados ao dia a dia”, disse Inkuk Hahn, vice-presidente e chefe do Centro de Criatividade e Inovação da Samsung Electronics, que participa da feira.

A empresa sul-coreana aproveitou o evento para apresentar o Bot Care, que utiliza robótica e inteligência artificial. A solução ajuda os consumidores a gerenciarem suas rotinas diárias de saúde. O robô, uma espécie de babá, consegue medir a qualidade de seu sono e os sinais vitais, além de ligar para a polícia e para o bombeiro.

Já a Coral Robts, por exemplo, está lançando um robô autônomo que limpa a casa de forma autônoma com base em sensores feitos de inteligência artificial. O objetivo é construir ecossistemas com robôs no futuro, destacou George Ko, fundador da empresa.

Pulseira aquece ou esfria, de acordo com a temperatura ambiente
Pulseira aquece ou esfria, de acordo com a temperatura ambiente
Foto: Divulgação

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