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Receita Federal abrirá consulta a primeiro lote de restituições do IR

Mais de dois milhões de contribuintes devem ser beneficiados

Mais de dois milhões de contribuintes devem ser beneficiados
Mais de dois milhões de contribuintes devem ser beneficiados
Foto: Arquivo/AG

A Receita Federal abrirá a consulta ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2018 (ano-base 2017) nesta sexta-feira, dia 8 de junho, a partir das 9h. Os interessados poderão conferir se suas devoluções foram liberadas por meio do site idg.receita.fazenda.gov.br ou pelo Receitafone 146. Será preciso ter o número do CPF em mãos.

Segundo o Fisco, ao todo, 2.482.638 contribuintes terão o dinheiro depositado no 15 de junho. O crédito será feito na conta-corrente ou na caderneta de poupança indicada na declaração. No total, serão liberados R$ 4,8 bilhões. Neste primeiro grupo, estarão incluídos aqueles que, por lei, têm prioridade de recebimento: idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência.

Ainda de acordo com a Receita, o lote vai incluir 228.921 idosos acima de 80 anos, 2.100.461 pessoas entre 60 e 79 anos e 153.256 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Vale destacar que o valor será liberado com correção pela taxa básica de juros (Selic), de 1,52%, referente ao período de maio a junho de 2018. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer o requerimento pelo Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, no site da Receita.

Caso o dinheiro não seja creditado na conta indicada, o interessado poderá procurar qualquer agência do Banco do Brasil (BB), com documento de identidade e CPF, ou ligar para a central de atendimento pelo telefone 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais localidades).

O primeiro lote de restituições vai contemplar também devoluções residuais dos exercícios de 2008 a 2017. Nesses casos, as correções vão variar de 9,35% (para o lote residual referente ao ano passado) a 103,64% (para as devoluções esperadas há dez anos).

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