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Tragédia em Linhares: Justiça marca audiência de pastores

A audiência de instrução e julgamento ocorrerá na cidade do crime, Linhares, mas não será aberta ao público, pois o processo tramita em segredo de Justiça

Os irmãos Kauã e Joaquim, que foram brutalmente assassinados em Linhares, no dia 21 de abril deste ano
Os irmãos Kauã e Joaquim, que foram brutalmente assassinados em Linhares, no dia 21 de abril deste ano
Foto: Facebook

O Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES) marcou a audiência do casal de pastores Juliana Pereira Salles Alves e Georgeval Alves Gonçalves, acusados das mortes das crianças Joaquim Alves e Kauã Salles, no dia 21 de abril, na casa onde a família morava em Linhares, região Norte do Estado. O casal liderava a Igreja Batista Vida e Paz no município.

A audiência de instrução e julgamento marcada para acontecer no dia 23 de outubro, no Fórum Desembargador Mendes Wanderley, em Linhares, não será aberta ao público, de acordo com o TJES, pois o processo tramita em segredo de Justiça. 

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Georgeval Alves, conhecido como pastor George, está preso desde o dia 28 de abril, acusado de estuprar e agredir o enteado Kauã e o filho Joaquim e depois ter colocado fogo nas crianças ainda vivas. Ele está no Centro de Detenção Provisória de Viana II.

Dia em que o pastor George foi preso, em Linhares
Dia em que o pastor George foi preso, em Linhares
Foto: Frideberto Viega | TV Gazeta

Já a pastora Juliana Sales foi presa em Teófilo Otoni, Minas Gerais, em 19 de junho, após denúncia do Ministério Público de conduta omissiva que culminou na morte das crianças. Ela foi transferida do presídio em Teófilo Otoni, em Minas Gerais, no dia 14 de julho para o Centro Prisional Feminino de Cariacica, na Grande Vitória.

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Juliana na delegacia de Teófilo Otoni, Minas Gerais, no dia da prisão
Juliana na delegacia de Teófilo Otoni, Minas Gerais, no dia da prisão
Foto: Umberto Lemos | InterTV

PEDIDO DE LIBERDADE NEGADO

A junta de advogados dos pastores entrou com um novo pedido de liberdade provisória para a pastora Juliana Salles, que foi negado na segunda-feira (6). Este é o segundo pedido de revogação da prisão dela.

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