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Patrões acusam empregada de roubar R$ 600 mil de apartamento em Itapoã

Casal usou as redes sociais para pedir ajuda para localizar a doméstica, que teria levado dinheiro e joias

Ocorrência foi registrada na 2ª Delegacia Regional de Vila Velha
Ocorrência foi registrada na 2ª Delegacia Regional de Vila Velha
Foto: Marcos Fernandez | Arquivo

Um prejuízo de, pelo menos, R$ 600 mil. Esse é o valor aproximado que uma secretária e um representante comercial afirmam ter perdido na manhã de sábado (11). Eles acusam a empregada de ter furtado a quantia de dentro de casa.

Eles moram em um apartamento no bairro Itapoã, em Vila Velha, e, há quatro meses, contrataram a suspeita para trabalhar na casa como doméstica.

“Passados os 90 dias de experiência, nós pedimos a carteira de trabalho dela para assinar. Nesse tempo ela nunca deu sinais de não ser uma pessoa confiável”, relata o representante comercial de 43 anos, que não quis ter nome revelado.

Segundo o representante comercial, no sábado, ele e a esposa saíram de casa enquanto a mulher fazia a limpeza da residência. Por volta das 15h30, quando voltaram, perceberam que o dinheiro e as joias haviam sumido.

Eles, então, pediram as imagens de videomonitoramento do prédio e constataram que a doméstica saiu do condomínio por volta das 10h40, carregando uma sacola e uma bolsa.

O dono do apartamento disse que tentou contato com a funcionária, mas há pouco tempo ela havia dito que o celular tinha sido roubado.

SIMPATIA E CONFIANÇA

O representante comercial contou que já teve outras funcionárias em casa, mas nunca passou por esse tipo de situação antes. Ele lembra que a doméstica era simpática e só foi contratada porque tinha referências.

“Ela tratava a nossa filha bem e sempre foi muito simpática com a gente. Não imaginamos que algo assim pudesse acontecer”, afirmou.

Na manhã deste domingo (12), o casal registrou boletim de ocorrência na 2ª Delegacia Regional de Vila Velha. Eles também usaram as redes sociais para pedir ajuda para localizar a doméstica.

A funcionária acusada pelos patrões não está sendo identificada na matéria porque não foi localizada pela reportagem, que também não conseguiu ouvir a polícia sobre o caso.

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