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Tragédia em Linhares: fiéis acreditam na inocência de pastor

Frequentadores da igreja defendem o pastor em conversas com amigos, parentes e também nas redes sociais

Georgeval Alves na prisão
Georgeval Alves na prisão
Foto: Reprodução

Os fiéis que frequentavam a Igreja Batista Vida e Paz acreditam na inocência do pastor George Alves, que está preso acusado de estuprar, agredir e matar os irmãos Kauã Salles, de 6 anos, e Joaquim Alves, de 3. O templo, que fica no bairro Interlagos, em Linhares, era liderado por George e sua mulher, a pastora Juliana Salles.

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De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, os frequentadores da igreja defendem o pastor em conversas com amigos, parentes e também nas redes sociais. Uma pessoa contou que o sobrinho frequenta a igreja e não aceita discutir sobre as acusações contra George. “Meu sobrinho não acredita que ele fez o que a polícia disse”, explicou.

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Outra fonte que mora próximo ao local onde fica o templo contou que conhece muitos fiéis. “Uma senhora que frequenta a igreja diz que o George não confessou nada, que é a polícia que está acusando. Ela sempre afirma que ninguém pode falar do pastor dela. Alguns fiéis acreditam que a polícia inventou tudo para fazer o George confessar algo que não teria feito”, afirmou.

O ministro de louvor da igreja, Rodrigo Felix, que também é cunhado da pastora Juliana Salles, disse à reportagem, por telefone, que acredita na inocência do pastor.

Em uma resposta breve, ele respondeu "sempre", ao ser questionado se George seria inocente de ter praticado o duplo homicídio triplamente qualificado e duplo estupro de vulneráveis contra o enteado e o filho. Felix informou que não iria comentar sobre a realização de cultos da igreja.

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