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Aos gritos de "assassino", namorado de jornalista deixa o DML preso

Hamison dos Santos Nins, foi preso na manhã desta terça-feira (12) enquanto dava aula de português em uma escola municipal, no bairro Alvorada, em Vila Velha

Hamison dos Santos Nins foi preso na escola onde dava aula
Hamison dos Santos Nins foi preso na escola onde dava aula
Foto: Reprodução/Facebook

Aos gritos de "assassino", Hamison dos Santos Nins, de 34 anos, deixou o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, no final da manhã desta terça-feira (12). Ele foi preso, suspeito de matar a jornalista Ana Carolina Sabino, 25 anos. Ela foi encontrada inconsciente após uma suposta tentativa de suicídio, na sala da casa onde morava, em Cidade Continental, na Serra, na madrugada do dia 25 de março.

Hamison dos Santos Nins, foi preso na manhã desta terça-feira (12) enquanto dava aula de Português em uma escola municipal, no bairro Alvorada, em Vila Velha. A polícia chegou a procurar por ele em casa, mas não o encontrou.

No DML, familiares de Ana carolina expressaram todo sentimento de revolta com gritos de "assassino" e pedidos de Justiça. ""Tem que apodrecer no xadrez. Vagabundo. Matador de mulher indefesa, covarde", bradou um familiar.

Hamison dos Santos Nins foi encaminhado para o Presídio de Viana.

Hamison dos Santos Nins foi preso na manhã desta terça
Hamison dos Santos Nins foi preso na manhã desta terça
Foto: Reprodução/TV Gazeta

"QUE ELE SEJA JULGADO E PAGUE", DIZ PAI

A notícia da prisão foi recebida com alívio pelo pai da jornalista, o assessor de comunicação Cléber Sabino. "É um misto de sentimentos. A história dele nunca convenceu a gente. No meu entendimento ele matou minha filha duas vezes, primeiro cometeu o crime, depois tentou matar a memória da minha filha, dizendo que ela cometeu suicídio. Vamos torcer para que a justiça seja feita, que ele seja julgado e pague pelo que cometeu", afirmou.

MORTE POR ASFIXIA

O laudo pericial apontou que Ana Carolina morreu por asfixia. Ela deu entrada no Hospital Jayme dos Santos Neves no dia 25 de março, por volta das 2h50, depois de ter sido encontrada inconsciente após uma suposta tentativa de suicídio, na sala da casa onde morava, em Cidade Continental, na Serra.

A jornalista teve uma parada cardíaca antes de chegar ao hospital. Na unidade de saúde, ela teve mais duas paradas cardíacas, sendo a terceira na madrugada do dia 27 de março, quando Ana não resistiu e morreu. 

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