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Delegado quer ouvir testemunhas sobre roubo de R$ 400 milhões em joias

O delegado Fabiano Rosa pretende ouvir nos próximos dias pelo menos oito pessoas relacionadas ao roubo de pedras preciosas durante um assalto no bairro Cristóvão Colombo, em Vila Velha, no último dia 22.

Turmalina Paraíba
Turmalina Paraíba
Foto: Reprodução/Google

O delegado Fabiano Rosa, chefe da Divisão Especializada de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (DRCCP), pretende ouvir nos próximos dias pelo menos oito pessoas relacionadas ao caso do idoso de 78 anos que denunciou ter perdido R$ 400 milhões em pedras preciosas durante um assalto à casa dele no bairro Cristóvão Colombo, em Vila Velha, no último dia 22. Por enquanto, o delegado está identificando e localizando as pessoas que serão ouvidas. 

Para a polícia, o idoso contou em depoimento que um amigo que está nos Estados Unidos havia indicado um cliente interessado em comprar pedras. Ao ser procurado por três homens em casa, em Vila Velha, ele atendeu os dispostos clientes.

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Acreditando que se tratava da indicação do amigo, o idoso recebeu os criminosos e apresentou as joias que possuía no escritório, que funciona anexo ao imóvel onde mora com a família. Os ladrões renderam a família e fugiram com 23 quilos de turmalina paraíba, avaliadas em R$ 400 milhões em uma mala, de acordo com o idoso. Na fuga, os bandidos teriam deixado parte das joias caírem. Eles fugiram em um Voyage branco. O carro foi flagrado por uma câmera de videomonitoramento.

Após dois depoimentos da vítima, o delegado encontrou contradições. Embora ainda acredite que a família foi mesmo vítima de um crime, o delegado afirmou que a ocorrência foge da normalidade dos casos investigados pela delegacia.

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"Pedi para que o idoso trouxesse as joias que caíram no chão para que elas passassem por perícia e avaliação para checar o real valor. Mas até agora a vítima não retornou à delegacia. Como não ele não vem colaborando com as investigações, vou intimar cerca de oito pessoas ligadas ao fato que foram citadas em depoimento pelo idoso e pela família dele. Só que isso deve demorar um pouco porque muitas dessas pessoas eu não tenho a qualificação completa e o endereço onde mora. Quero ouvi-las para tentar entender melhor esse caso", contou.

 

 

 

 

 

 

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