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PM é preso suspeito de estuprar adolescente no ES

De acordo com a Polícia Civil, a mãe da vítima foi quem procurou a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e registrou boletim de ocorrência, quatro dias depois do crime, que teria acontecido no dia 7 do mês passado

Viatura, Polícia, Polícia Militar, crime, assassinato
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Foto: Carlos Alberto Silva

Um policial militar de 34 anos foi preso na manhã desta segunda-feira (12), acusado de estuprar uma adolescente de 16 anos que estava sob efeito de álcool. O PM estava em casa, em Vila Velha, quando foi preso.

De acordo com a Polícia Civil, a mãe da vítima foi quem procurou a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e registrou boletim de ocorrência, quatro dias depois do crime, que teria acontecido no dia 7 do mês passado.

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Em depoimento, a mulher afirmou que o suspeito é amigo da família e estava na residência deles participando de uma confraternização em que todos ingeriram bebidas alcoólicas. Em certo momento da noite, a adolescente foi dormir. O suspeito teria, por volta das quatro horas da manhã, ido até o quarto da menina e a violentado. A mãe afirma ter flagrado o ato.

Através das investigações, a Polícia Civil constatou que, devido ao estado alcoólico em que se encontrava, a jovem não tinha condições de consentir ou resistir ao ato sexual.

O titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), delegado Diego Aleluia, pediu a prisão temporária do suspeito, que foi levado para o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Espírito Santo, em Maruípe.

Essa reportagem foi escrita por uma participante do Curso de Residência em Jornalismo da Rede Gazeta
Essa reportagem foi escrita por uma participante do Curso de Residência em Jornalismo da Rede Gazeta
Foto: Divulgação

O nome do suspeito não foi divulgado porque a investigação ainda não foi concluída pela polícia.

Em nota, a Polícia Militar afirmou que as circunstâncias do crime serão apuradas em inquérito policial civil, de onde vão extrair depoimentos e laudos periciais para comprovar, ou não, a autoria do crime.

"Só após o recebimento dos autos a corporação irá se posicionar em relação às providências internas que forem cabíveis", finalizou.

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