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Deputados antigos e novatos têm acordo para eleição da Mesa Diretora

A informação foi confirmada pelo deputado eleito Marcos Garcia, do PV, que também declarou apoio à reeleição de Erick Musso para a presidência do Legislativo

Erick Musso é o atual presidente da Assembleia e concorre à reeleição
Erick Musso é o atual presidente da Assembleia e concorre à reeleição
Foto: Ales/Divulgação

Um acordo entre deputados estaduais eleitos e reeleitos para a eleição da Mesa Diretora já está selado. De acordo com o deputado Marcos Garcia (PV), embora os nomes para cada cadeira ainda não estejam definidos, uma coisa já é certa: os parlamentares novatos deverão ocupar as vagas de primeiro e segundo secretário da Mesa pelos próximos dois anos, enquanto os antigos ficarão com a presidência e a vice-presidência.

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"Já as comissões (parlamentares) vão ficar de igual para igual, vão ser escolhidas de acordo com as afinidades de cada um", completou Garcia.

APOIO A MUSSO

Garcia foi um dos três deputados estaduais que também declararam apoio oficial à reeleição de Erick Musso (PRB) para presidente da Assembleia. Além dele, outros dois parlamentares confirmaram que estiveram com o presidente nesta terça-feira (22) para assinar uma lista de apoio: os também recém-eleitos Renzo Vasconcelos (PP) e Luciano Machado (PV).

Com a confirmação dos três, a lista de apoio a Musso já conta com 26 dos 30 nomes da Casa. A conta pode aumentar com o voto de Iriny Lopes (PT), que embora não tenha assinado a lista, já confirmou à reportagem que no momento apoia a reeleição do presidente. Apenas Theodorico Ferraço (DEM), Bruno Lamas (PSB) e Sergio Majeski (PSB) estão de fora do acordo.

Segundo Renzo Vasconcelos, sua decisão se baseou em orientações do governador Renato Casagrande (PSB). Nas últimas semanas, o socialista tem conversado individualmente com os deputados para se articular em torno da eleição da Mesa.

Já Luciano Machado e Marcos Garcia afirmam que fecharam o apoio a Musso, já que todo o grupo de novatos havia feito o mesmo, na tentativa de formar uma chapa de consenso. 

"O nome dele agregou bastante e contempla os anseios de todos. Ele vem de uma gestão bem avaliada. Não apoiar seria criar tumulto politico, pensar em outra chapa, em divisão", justificou Machado.

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