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Para capixabas, a segurança é o maior problema do ES

De acordo com levantamento do Instituto Futura, o tema foi escolhido como o principal desafio do Estado por 25,4% dos eleitores entrevistados

Policiais militares: patrulhamento na Grande Vitória
Policiais militares: patrulhamento na Grande Vitória
Foto: Fernando Madeira

Para os eleitores do Espírito Santo, a segurança é o maior problema a ser enfrentado no Estado pelos próximos governantes. De acordo com pesquisa do Instituto Futura, realizada em agosto deste ano, o tema foi o escolhido por cerca de um quarto dos eleitores ouvidos (25,4%). São 11,6 pontos percentuais a mais na comparação com o mesmo levantamento feito em julho deste ano, quando o tema foi apontado por 13,6% dos entrevistados.

O levantamento foi realizado entre os dias 28 e 30 de agosto e ouviu 800 eleitores do Espírito Santo face a face. No Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a pesquisa está registrada sob o número ES-06695/2018. O nível de confiabilidade é de 95%.

 

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Em julho deste ano, o tema segurança aparecia empatado tecnicamente com o desemprego, apontado por 13,4% dos eleitores. Em agosto, ambos despontaram: o desemprego foi citado por 20,9% dos eleitores, ocupando o segundo lugar no ranking de desafios.

Por outro lado, diminuiu a preocupação com a saúde, que passou de 21,9% em julho para 20,6% em agosto; e com a corrupção, que caiu de 15,5% em julho para 7,3% em agosto, o que mostra uma redução de mais da metade na preocupação com o tema entre um mês e outro.

Cruzamentos

Moradores da Grande Vitória são os que mais se preocupam com a segurança: 31,4% deles apontaram a questão como principal desafio. A maioria dos que elegeram o tema são adultos entre 35 e 44 anos (32,1%) e estão mais concentrados nas classes A/B (34,8%) e C (29,5%), tendo a maioria concluído o ensino superior (34,9%).

Já a maior parte dos eleitores que apontaram o desemprego como área mais problemática estão nas regiões Noroeste (29%) e Litoral Norte (28,8%). Em sua maioria, são indivíduos na faixa dos 45 aos 59 anos (28,4%), pertencentes à classe D/E (23,3%) e que concluíram o ensino fundamental (22,9%) e médio (22,9%).

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