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Pastor é condenado por estuprar adolescente em Ibitirama

Os abusos teriam acontecido entre os anos de 2009 e 2010; segundo a decisão, a prisão será cumprida em regime fechado

Fachada do MPES
Fachada do MPES
Foto: Vitor Jubini

Um pastor evangélico, de 47 anos, foi condenado a 10 anos de prisão depois de ser denunciado pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) por ter abusado de um menino de 13 anos, em Ibitirama, região do Caparaó. Os abusos teriam acontecido entre os anos de 2009 e 2010.

Segundo a decisão, a prisão será cumprida em regime fechado. O réu chegou a ser preso no dia 21 de abril de 2017, mas, segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), foi liberado sete dias depois, mediante decisão judicial.

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A Justiça concedeu ao acusado o direito de recorrer em liberdade, em virtude da ausência dos pressupostos para a decretação da prisão preventiva, e pelo fato de ter assim respondido ao processo, nada havendo que indique risco à aplicação da lei penal ou à ordem pública.

Na época, o delegado de plantão na Delegacia Regional de Alegre, Dedier de Carvalho, contou que o acusado era alvo de um procedimento de investigação criminal, instaurado pelo Ministério Público. A vítima era vizinha da farmácia e da igreja do pastor. O menino frequentava os dois ambientes.

A Justiça decretou a prisão do pastor por denúncias de que ele se preparava para abandonar a cidade e também por ameaças às pessoas que poderiam depor contra ele. Após ser ouvido pelo delegado na presença de advogados, ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim.

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