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Placas padrão Mercosul: Cachoeiro lidera ranking no Sul do ES

De dezembro até hoje foram mais de 10 mil veículos no município emplacados

Mulher faz placa no modelo do padrão Mercosul: mudança anunciada em 2014 já foi adiada quatro vezes
Mulher faz placa no modelo do padrão Mercosul: mudança anunciada em 2014 já foi adiada quatro vezes
Foto: Bernardo Coutinho

A maior cidade do Sul do Estado, Cachoeiro de Itapemirim, lidera no emplacamento com as novas placas modelo Mercosul. Com quatro letras e três números, elas passaram a ser obrigatórias desde o final do ano passado, em carros novos ou em caso de transferência.

Segundo o Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran) até o momento na região Sul do estado, os municípios com maior número de veículos com a nova placa são: Cachoeiro de Itapemirim, com 10.118 veículos; Castelo, com 1.989 e Guaçuí, que já emplacou 1.834.

Cachoeiro possui uma frota de 114.022 veículos, segundo o último levantamento do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

NO ESTADO

No Estado, 187.199 veículos estão emplacados com a placa Mercosul no Estado. Isso representa 9,4% da frota de veículos registrados no Espírito Santo, que atualmente é de 1.984.689 veículos. Vila Velha (24.066), Serra (23.182) e Vitória (20.026) lideram o ranking no Estado.

NO PAÍS

No Brasil, além do Espírito Santo, apenas seis estados também aderiram ao sistema de placas do Mercosul. O prazo para implantação no restante do país, previsto para o dia 30 de junho, foi adiado, já que o conselho nacional de trânsito (Contran) está estudando mudanças na placa, que devem entrar em vigor até o fim do ano.

Atualmente, 41 empresas estampadoras de placas estão aptas a produzir a placa no Estado. No Sul do estado as empresas credenciadas são localizadas em Venda Nova do Imigrante, Marataízes, Iúna, Guaçuí, Castelo e Bom Jesus do Norte.

Segundo o gerente operacional do Detran, Cleber Bongestab, os números estão dentro do esperado pelo órgão, que aderiu ao novo modelo de placas há sete meses - desde dezembro de 2018. Ele reforça a não obrigatoriedade da implantação do novo modelo de placa para quem ainda possui a placa cinza.

A placa nova, que segundo o órgão garante maior segurança em caso de fraude e clonagem, deve ser colocada em situações específicas: como aquisição de veículo novo; mudança de proprietário; mudança de domicílio - havendo troca de município ou perda.

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