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"Está corretíssimo", diz leitora sobre recuo de Bolsonaro em decreto

Governo federal publicou novo decreto na manhã desta quarta-feira (22), alterando 20 pontos do texto original, após uma série de críticas. Leitores debateram as mudanças

Guerreiros Escola de Tiro e Comércio de Armas
Guerreiros Escola de Tiro e Comércio de Armas
Foto: Fernando Madeira | GZ

Após repercussão negativa em torno do chamado Decreto de Armas, o governo federal publicou na manhã desta quarta-feira (22) uma nova versão, que traz uma série de alterações. Mais de 20 pontos foram alterados pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Entre eles, o novo texto veda o porte de arma de fuzis, carabinas, espingardas ou armas ao cidadão comum, mas abre exceção para produtores rurais.

Segundo o Palácio do Planalto, as modificações nas regras de flexibilização da posse de armas ocorreram em razão de questionamentos feitos na Justiça, no Legislativo e "pela sociedade em geral". No Facebook do Gazeta Online, os leitores debateram a decisão. Confira alguns comentários:

Vários especialistas analisaram o decreto antes, ainda assim foi divulgado com falhas. Triste isso! (Romildo Ronda)

Nada demais para um governo que está tentando acertar. Identificou alguma inconsistência e prontamente buscou corrigir. O problema atual são pessoas descomprometidas e ignorantes, que vivem o tempo todo tentando buscar algo para desmerecer o governo. Chamo isso de antipatriotas. Qualquer governante está sujeito a errar em alguma medida, mas o que importa é reconhecer e atender aos chamados do povo. (Jorge Arnoni)

Eu quero essa decisão em lei federal e não em decreto presidencial. (Matheus Lucas)

Quem tem razão não são especialistas em segurança pública não, né? Quem tem razão são os zé ninguém formados em nada com especialização em coisa alguma latu sensu. (Lorena Nunes Muniz)

E melhor voltar atrás em decisões do que ficar afundando o Brasil como PT fez durante 16 anos e ninguém reclamou. (Goret Alves)

O cara está mais perdido do que cego em tiroteio. (José Wilson Correa Garcia)

O despreparo e a pressa é tanta que sempre tem que voltar atrás. (Fredson Rodrigues Ribeiro)

Significa que tem humildade! (Marlene Modenesi Bittencourt)

Significa que não sabe o que assina ou o que faz. Está há trinta anos na política e não aprendeu nada. (Carlos Muniz)

O Japão proíbe armas e teve seis mortes por armas de fogo em 2014, contra 33.599 dos EUA no mesmo período. É uma comparação entre duas potências. Só é possível comparar com o Brasil quando os níveis de educação e de leis penais forem semelhantes a desses países. Na Nova Zelândia, as armas são facilitadas para maiores de 16 anos. Resultado: o atirador matou 49 pessoas. Lembrando que nos EUA foram mais de 50 ataques apenas em 2018, ok? Mais armas significam mais mortes. (Carlos Duarte)

Deixa só os bandido armados dando tiro na nossa cabeça. O pessoal esta reclamando, então vamos continuar com os assaltos... não podemos nos defender mesmo, deixa a bagunça rolar. (Juciara Pereira Lima)

Coisa mais ridícula um presidente incentivar armas, violência. Emprego que é bom, nada. (Sara Rodrigues da Silva)

Espero que não mude muita coisa! (Max Machado)

Está corretíssimo. Tem que recuar e ajustar. Parabéns, presidente! É isso aí! (Franciane Gomes)

Em 2017, Bolsonaro afirmou que o T4 seria liberada para alguns grupos, como os produtores rurais
Em 2017, Bolsonaro afirmou que o T4 seria liberada para alguns grupos, como os produtores rurais
Foto: Reprodução/Youtube

Quem quiser ter que tenha, ninguém é obrigado a comprar, fazer prova e registro para se ter arma. Tanto a fazer e o povo fica dando voz a detalhes. Acorda! Nunca se teve uma guerra como a que temos. (Andreia Soares) 

Esse presidente só sabe falar em armas. É o Estado que deve nos dar segurança. Muita gente não está vendo, mas o que ele está fazendo é jogar para a população a responsabilidade pela sua própria segurança. Isso, na verdade, pode vir a ser um grande mal para uma população, por causa de quem não tem respeito pela vida alheia. Brasil é país de terceiro mundo. Isso não funciona aqui. (Fabrício Sales)

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