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Ex-morador de Vila Velha se apaixonou pelas belezas do Caparaó

Rodrigo Pandolfi Molina largou o curso de Ciências Biológicas na Ufes e foi morar na região

Rodrigo Pandolfi Molina curte o Poço da Areia no Caparaó
Rodrigo Pandolfi Molina curte o Poço da Areia no Caparaó
Foto: Edson Chagas

No segundo dia de viagem pelo Caparaó Capixaba, fomos ao Poço da Areia, que faz parte do Rio Pedra Roxa, em Ibitirama. O Rio Pedra Roxa é o mais largo da região e faz parte da bacia do Rio Itapemirim, rio que corta a cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado. 

Lá, conhecemos Rodrigo Pandolfi Molina, de 36 anos, dono de uma história de persistência para viver o sonho do Caparaó. Visitou pela primeira vez a região com um grupo de amigos da faculdade, em 2005. Na época estudava ciências biológicas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória. Gostaram tanto do lugar que decidiram ficar.  

“Em vim para cá no réveillon de 2005 com mais três amigos. A gente morou lá na Penha. Mas como eu não sabia fazer artesanato, tive que voltar para Vitória para bolar um jeito de morar aqui. A solução foi sondar concurso público. Foi o jeito que encontrei para ficar o mais próximo daqui”, relatou Rodrigo.

O esforço de Rodrigo deu certo. Hoje ele é funcionário da Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), em Iúna. Casou-se e teve uma filha com uma moça que conheceu no Caparaó. Com bom humor fala que, há dez anos morando na região, já é praticamente um nativo.

 

 

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