Notícia

Duas mamães cervejeiras indicam seus rótulos preferidos

Entre desafios, cuidados, e rotina, as mamães cervejeiras dão um jeitinho de tomar uma gelada. E o melhor de tudo: elas recomendam quatro rótulos para vocês brindarem neste Dia das Mães

Mamães cervejeiras indicam suas preferidas
Mamães cervejeiras indicam suas preferidas
Foto: Montagem Gazeta Online

Foi-se o tempo em que as mães só ganhavam mimos para a casa no Dia das Mães. Ainda bem, né? Aposto que todo mundo que lê essa coluna reparou que hoje em dia, elas pedem, querem e merecem presentes que as agrade em outros aspectos. Afinal de contas, a rotina de uma mãe que se desdobra em mil e uma mulheres merece ser ovacionada. Dos papéis mais desafiadores encarados por nós, mulheres, a maternidade me parece o mais difícil (e também recompensador) deles.

> Lei da Pureza Alemã: com 503 anos, ela divide opiniões de cervejeiros

Eu, pessoa mil e uma utilidades que sou, ainda não sou mãe e mesmo assim sempre me peguei observando mulheres ao meu redor que fazem graça, amor e... cerveja. Conheço várias mães cervejeiras que, entre a alimentação de um filho e a sonequinha do outro, brassam uma cerveja como ninguém! Só pra você entender, o processo de brassagem de uma cerveja – que é, bem resumido, o cozimento do malte – pode levar horas!

> 3 cervejas artesanais locais para harmonizar com a Torta Capixaba

Convidei duas mães cervejeiras maravilhosas que conheço para dividirem com a gente um pouco dessa rotina. Entre mamadeiras, desafios, cuidados, rotina e brassagens, elas dão um jeitinho de tomar uma. E o melhor de tudo: elas recomendam quatro rótulos para vocês brindarem neste Dia das Mães. Afinal, o melhor presente para uma mamãe cervejeira é, sim, uma cerveja das boas!

Mamães cervejeiras
Mamães cervejeiras
Foto: Divulgação

Valéria Martins

Cervejeira, sommelière, engenheira química e mãe dos gêmeos

Quando a Valéria escolheu o tema cerveja para seu projeto de conclusão de curso de Engenharia, não pensava que, em breve, se tornaria paneleira (cervejeira caseira), sommelière e mãe da Ana e do Bernardo, os gêmeos mais fofos.

O interesse pelo universo cervejeiro e também pela produção começou ainda na faculdade e ela, desde então, nunca mais parou de estudar e produzir cervejas. Ela não desistiu da área nem com a gravidez e com a chegada dos bebês, em 2018, mas deu uma pausa e retomou com força total há alguns meses, já que a Ana e o Bernardo completaram um aninho.  “Ministro degustações guiadas, palestras, minicursos e workshops em faculdades. Mesmo durante a gestação e após o nascimento deles, graças às redes sociais, consegui acompanhar o desenvolvimento do cenário local e pude me manter por dentro das evoluções que o mundo das cervejas vem passando”, aponta a engenheira, que ainda consegue tempo para trabalhar em uma faculdade em São Mateus, Norte do Estado.

A mamãe está na vibe das cervejas ácidas, as sour, e também tem apreciado bastante as cervejas lupuladas. “Gosto muito das white IPA, e não tenho muito o que dizer porque gosto muito de lúpulo!”, arremata.

Mamãe recomenda:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visualizar esta foto no Instagram.

Uma publicação compartilhada por Jefferson Chicone (@jeffersonchicone) em

Tupiniquim Funky & Sour

Cervejaria Tupiniquim, Brasil

“Feita com algumas leveduras bretta (brettanomyces), ela tem uma pegada de champanhe que é simplesmente sensacional!”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visualizar esta foto no Instagram.

Uma publicação compartilhada por Andreas Kauffmann (@cervejinhadokaufi) em

Dortmund The White IPA

Cervejaria Dortmund, Brasil

“Sou fã de lúpulo e essa é, definitivamente, uma das cervejas que mais gosto desse estilo.”

Mamães cervejeiras
Mamães cervejeiras
Foto: Divulgação

Sophia Gracelli

Cervejeira, sócia de empresa de equipamentos cervejeiros e mãe de dois

A Sophia começou a beber cerveja especial na época em que as cervejas alemãs, como a Hefe Weissbier Franziskaner, eram as poucas opções nas prateleiras dos supermercados. De lá para cá, ela foi de fisioterapeuta a sócia de um e-commerce de equipamentos para cervejeiros caseiros que também fabrica equipamentos para cervejarias. E, claro, é mamãe da Giovanna e do Léo.

Também cervejeira de panela, ela consegue umas horinhas vagas na rotina de empresária e mãe para brassar suas cervejas. Sabem como é, dá pra fazer uma cervejinha enquanto os filhos jantam ou dormem, não é mesmo? Responsável pela parte administrativa e financeira da empresa que tem em sociedade com o marido – que também é cervejeiro de mão cheia –, ela equilibra todas as suas facetas com maestria. “Nossos filhos nos acompanham nos eventos cervejeiros. Na Acerva-ES (Associação de Cervejeiros Artesanais do Espírito Santo), incentivo a criarmos um cenário para a família, com parquinho e pula-pula. Cerveja também é família, e as crianças, sempre que podem, nos acompanham nesses eventos”, explica.

Fã da Escola Belga, ela é do time de cervejas com dulçor residual e alto teor alcoólico. Adora as tripel, que têm uma pegada mais de champanhe e também se rendeu ao encanto das cervejas ácidas, as sour.

Mamãe recomenda:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visualizar esta foto no Instagram.

Uma publicação compartilhada por Bar Consultant/Coach (@dezwaef_frederik) em

Karmeliet Tripel

Cervejaria Bosteels, Bélgica

“Cerveja belga com uma explosão de sabores. Notas de baunilha, damasco e pêssego. Também lembra um champanhe. Recomendo para o almoço do Dia das Mães.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visualizar esta foto no Instagram.

Uma publicação compartilhada por Cleidson Simões Dalmasio (@cleidson80dalmasio) em

Antuérpia Quintal Jabuticaba

Cervejaria Antuérpia, Brasil

“Uma Catharina Sour muito saborosa, a acidez se mistura perfeitamente com o docinho da jabuticaba. Muito boa de tomar e bem refrescante.”

Ver comentários