Notícia

Compromisso de formar cidadãos

Há 45 anos a FAESA aposta na formação de profissionais com competência técnica, sem descuidar do desenvolvimento humano

Imagina, depois de um dia cansativo de trabalho você chegar à faculdade e ser recebido ao som de um violinista que cursa Arquitetura ou por um saxofonista que cursa Jornalismo, ambos tocando a boa Música Popular Brasileira e clássicos de autores internacionais. Na FAESA Centro Universitário essa integração acontece de verdade, juntando os alunos e os profissionais numa troca de experiências que vai muito além do conhecimento adquirido em sala de aula.

A ideia é incentivar, por meio da arte, da música e da cultura, a formação de pessoas comprometidas com uma sociedade mais humanizada, pautada pela garantia da dignidade e do respeito ao outro.

Foto: Divulgação

O Projeto Encantar é desenvolvido pela coordenação do curso de Direito da FAESA, com apoio de alunos apaixonados pela música, mas também daqueles que só querem relaxar nesta rotina estressante que envolve, entre outras coisas, estudos, provas, trabalho e estágio.

Para a coordenadora do curso de Direito da FAESA, Sayury Otoni, “o papel da instituição é formar cidadãos preparados para entender a realidade do outro, criando um profissional focado no bem-estar coletivo”.

E não para por aí. Para interagir com a comunidade e devolver à sociedade parte do conhecimento desenvolvido na FAESA, os alunos do Direito participam de um projeto que orienta as famílias na busca da comprovação de paternidade.

As ações são feitas com estudantes da rede pública de ensino e suas famílias. “Dentro do Projeto Meu Pai é Legal é feita uma triagem para identificar os alunos que não possuem o registro da figura paterna em suas certidões. Daí convidamos as mães e os possíveis pais para uma conciliação”, afirma Otoni.

O Meu Pai é Legal obteve o Selo Ouro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), já que tem beneficiado muitas famílias do Estado.

Experiência em formação

Há 45 anos transformando vidas, a FAESA aposta na formação continuada de professores e alunos para não tornar a prática do conhecimento algo mecanizado. São oficinas, visitas técnicas, eventos culturais, projetos de extensão, intercâmbios nacionais e internacionais que enriquecem o currículo, promovem a integração e ajudam a formar aqueles que vão ter em suas mãos o poder de tomar decisões e modificar realidades, seja no mercado de trabalho seja em suas próprias vidas.

Para o diretor de Desenvolvimento Institucional da FAESA, professor Erthelvio Monteiro Nunes Júnior, a inovação tem sido o grande diferencial da instituição para se manter tanto tempo como referência em educação e ensino.

 

 “O Centro Universitário conquistou o primeiro lugar do Prêmio IEL de Estágio de 2017. Em 2016, a FAESA foi reconhecida como a melhor instituição do Brasil. Não é coincidência. É trabalho sério voltado para o aluno, para a comunidade e para os nossos profissionais, tudo tendo como palavra chave a Inovação”, comemora.

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Fora do Brasil

Para conhecer como funciona a Justiça em outros países, alunos, professores e ex-alunos da FAESA foram até Indianápolis, nos Estados Unidos. O sistema jurídico norte-americano foi apresentado aos estudantes por meio de aulas teóricas na universidade local, além da realização de visitas técnicas a escritórios de advocacia, ao Senado Estadual, à Procuradoria do Estado de Indiana e à Corte Suprema Estadual com o intuito de aprimorar conhecimentos.

Dentro das Comunidades

Os alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis, monitorados por professores, são responsáveis por um projeto que vem modificando a vida de estudantes da rede pública estadual.

Pesquisas na educação básica mostram que a maioria dos alunos chega ao ensino médio com uma deficiência muito grande em Matemática.

Pensando nisso, a Unidade de Gestão e Negócios da FAESA criou o projeto de extensão “GEMA” – Grupos de Estudos Monitorados por Alunos, que auxiliam no processo de ensino-aprendizagem.

A ideia é fazer com que o aluno se torne o principal responsável pelo seu processo de conhecimento, através das diferentes atividades realizadas dentro e fora da sala de aula.

Para a coordenadora do Centro de Pesquisa e Extensão da FAESA, Bianca Rodrigues Souza, essa relação com as diversas realidades do Estado é fundamental na formação não só do aluno, mas também para modificar a vida das pessoas.

 

 

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“O papel da faculdade é formar cidadãos preparados para entender a realidade do outro”

Sayury Otoni

coordenadora do curso de Direito da FAESA

 

 

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“Vamos ao interior com alunos e professores de Odontologia para fazer intervenções e tratamento”

Bianca Rodrigues Souza

coordenadora do Centro de Pesquisa e Extensão da FAESA

 

 

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