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Empresa responsável por operar VAR não está regularizada no Brasil

Vencedora da licitação da CBF, a Hawk-Eye, que foi anunciada para comandar o sistema de árbitro de vídeo no Brasileiro e Copa do Brasil, não está com documentos em dia

A Hawk-Eye, responsável para comandar o sistema do VAR, apresentou um problema para a CBF. Nesta sexta-feira, foi confirmada que a empresa inglesa não existe legalmente no Brasil. Isto porque contêm apenas dois operadores de de replay homologados na IFAB (Associação do futebol, que determina as regras). A informação foi publicada primeira pelo "Globo Esporte".

A empresa inglesa não atendeu às qualificações para regularização. A Hawk-Eye não tem “decreto de autorização de funcionamento expedido pelo Governo Federal”, o que era exigência do edital. O diretor e representante da empresa na América Latina, José Kruyff afirmou que a empresa “está trabalhando” para regularizá-la no Brasil.

Além disso, o regulamento do edital determina entre às obrigações do fornecedor ter "ao menos 30 operadores de replay/técnicos homologados pela IFAB no momento da apresentação da proposta técnica”.

A Hawk-Eye até apresentou os nomes, contudo, não cumpriu o prazo de regularização. Os ingleses buscam novas contratações para conseguir realizar os dez jogos por rodada do Brasileirão e ainda para cobrir a Copa do Brasil.

A Instituição ganhou a licitação pela Confederação ao apresentar proposta de R$ 19 mil por partida. Ela ficará para analisar jogos do Campeonato Brasileiro, que começará no dia 27 de abril, e Copa do Brasil.