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Família de Aracruz procura por homem surdo e mudo desaparecido

Wanderlan Batista de Góes, de 35 anos, sumiu no dia 1º de janeiro. Ele saiu de moto e não voltou mais para casa, no distrito de Jacupemba, em Aracruz

Wanderlan é surdo e mudo. Ele desapareceu no dia 1º de janeiro
Wanderlan é surdo e mudo. Ele desapareceu no dia 1º de janeiro
Foto: Arquivo da família

A cada dia que passa, a família de Wanderlan Batista de Góes, de 35 anos, fica mais angustiada. Desaparecido desde o dia 1º de janeiro, o rapaz, que é surdo e mudo, simplesmente sumiu sem deixar pistas. No primeiro dia do ano, Wanderlan saiu de casa, no distrito de Jacupemba, em Aracruz, e esteve na praia de Coqueiral com alguns amigos. Quando foi embora, nunca mais foi visto.

O irmão dele, Wagner Alan Batista de Góes, contou que ele não tem problemas com ninguém e nunca havia sumido antes. “A família fica bem abalada, ninguém consegue se alimentar direito. No início do ano acontecer isso é muito difícil. A gente está correndo contra o tempo para encontrá-lo”, explicou Wagner.

 

Os familiares fizeram um boletim de ocorrência na 13ª Delegacia Regional de Aracruz. Mesmo assim, realizam buscas por conta própria em todo o litoral de Aracruz até Vitória. Seu irmão disse que recebeu ligações de pessoas contando que viram Wanderlan abastecendo a moto em um posto de combustível. Outra informação dá conta que ele foi visto fazendo sinais de que teria tido a moto roubada. Já outra ligação indicou que ele foi visto na orla de Barra do Sahy, em Aracruz.

Última foto de Wanderlan, enviada por um amigo
Última foto de Wanderlan, enviada por um amigo
Foto: Arquivo da família

Na esperança de encontrar o irmão, Wagner distribui fotos dele em comércios da cidade onde moram e onde Wanderlan foi visto pela última vez. Mas, até o momento, não o encontraram. A preocupação da família é que o rapaz pode ter dificuldade em se comunicar, já que é surdo e mudo. “Ele deve estar muito desesperado, tentando achar alguma saída e nada, porque não consegue se comunicar com ninguém para pedir ajuda”, lamentou Wagner.

POLÍCIA CIVIL

Procurada, a Polícia Civil explicou que o caso é investigado pela Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Aracruz. “Até o momento, o jovem não foi encontrado. Outras informações ainda não serão passadas para não atrapalhar o andamento das investigações. Denúncias podem ser feitas por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo disquedenuncia181.es.gov.br, o sigilo e o anonimato são garantidos”, informa a nota.

 

 

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