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Os vilões do mosquito em cada bairro da capital

Vasinhos, ralos e tonéis são frequentes criadouros de larvas

Os maiores vilões do combate as larvas do Aedes aepypti são três objetos simples, presentes na maioria das casas dos moradores de Vitória: vasinhos de plantas, ralos e tonéis (usados para armazenar água). Neles são encontrados o maior número de focos do mosquito.

Um levantamento realizado pela Prefeitura da Capital, a partir da identificação desses focos, mostra a situação dos bairros e onde cada um deles é o vilão.

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Na região no entorno de Jardim da Penha, por exemplo, o vasinho de planta é o campeão de focos. Já na Praia do Canto e os bairros ao seu redor, o problema reside nos ralos.

Nas regiões mais altas da cidade, onde há dificuldades de abastecimento de água, o tonel ou local usado para armazenar o líquido acaba se transformando no vilão. 

Mas com um pouco de atenção é possível evitar que eles se transformem em grandes problemas, como explica a gerente da Vigilância em Saúde de Vitória, Arlete Frank Dutra. Basta adotar cuidados simples e rotineiros.

Forração

O ralo, por exemplo, se não é usado com frequência pode ser coberto com um plástico. “E onde precisa ser utilizado, o caminho e forrá-lo com uma telinha”, observa Arlete.

Cobrir também é a solução para os tonéis e locais de armazenamento de água. Uma tela ou outro produto pode ser utilizada. “É só ter cuidado para não evitar que a tampa também se torne um depósito de acumulação de água parada”, pondera a gerente. Já os vasinhos de planta, cujos pratinhos acumulam água, se não puderem ser descartados, devem ser enchidos com terra.

São cuidados que podem contribuir para evitar a proliferação dos mosquitos na cidade, já que a presença deles favorece a transmissão de doenças graves como a zika, a dengue e a chikungunya.

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