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Policiais militares cobram justiça e solução para a crise no Estado

Presidentes de associações lamentam morte e criticam governo

Dona de casa de 51 anos contou  que viu o policial militar deitado no chão e ensanguentado na rua
Dona de casa de 51 anos contou que viu o policial militar deitado no chão e ensanguentado na rua
Foto: Bernardo Coutinho

O presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), sargento Renato Martins,

lamentou o assassinato do soldado Monteiro

e pediu que o Governo encontre uma forma de resolver a crise na Segurança do Estado.

“Lamentável a morte do companheiro. A gente espera que se ponha um ponto final de vez nessa situação, que o Governo possa se sensibilizar com o que a gente está vivendo e criar soluções, que não sejam só o braço forte”, afirmou Martins.

O sargento ainda ressaltou que a ACS está prestando todo o apoio aos familiares do soldado morto.

“Já ligamos para o pai dele e demos apoio no funeral. Eu espero que seja feita Justiça, que o bandido seja responsabilizado pelo crime que cometeu”, disse.

Major

O major Rogério Fernandes Lima, presidente da Associação dos Oficiais Militares do Estado (Assomes), seguiu a mesma linha do sargento Renato Martins.

Ele se disse muito triste pelo assassinato do soldado Monteiro e afirmou que está trabalhando para encontrar soluções para essa crise na Segurança Pública.

“Não temos palavras para traduzir a dor que a família está sofrendo. Esperamos que essa situação se resolva logo, porque estão todos vulneráveis esse momento, tanto sociedade quanto os policiais militares”, ressaltou o major. “Confio na investigação da Polícia Civil e a própria Polícia Militar deve ajudar nessa situação”, completou o presidente da Assomes.

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