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Ladeira da Penitência: 457 metros de história, pedras e fé no Convento

Na companhia do frei Pedro de Oliveira, o Gazeta Online conheceu a história da ladeira, que começa na gruta de frei Pedro Palácios, ao lado do antigo portão de acesso, que só é aberto em ocasiões especiais

Frei Pedro de Oliveira falou sobre a história da Ladeira da Penitência no do Convento
Frei Pedro de Oliveira falou sobre a história da Ladeira da Penitência no do Convento
Foto: João Paulo Rocetti

A história do Convento da Penha se mistura com a da Ladeira da Penitência. A via de acesso ao santuário, exclusiva de pedestres, é onde muitos romeiros, ainda hoje, sobem de joelhos, para pagar promessas à padroeira do Espírito Santo.

O local, também conhecido como “Ladeira das Sete voltas” ou ainda das “Sete Alegrias de Nossa Senhora”, tem declive acentuado e exige um certo esforço físico para subir os 457 metros. 

 

Já passaram por ela personalidades importantes de cenário religioso e político do país, como o Imperador Dom Pedro II e sua comitiva em 1860. O calçamento de pedras é produto do trabalho dos escravos, que ocorreu pelo ano de 1643, iniciativa do Frei Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774 e 1777 renovado e que perdura até os dias de hoje.

Na companhia do frei Pedro de Oliveira, o Gazeta Online conheceu a história da ladeira (veja vídeo acima), que começa na gruta de frei Pedro Palácios, ao lado do antigo portão de acesso, que só é aberto em ocasiões especiais.

Diz a história que depois de pisar em solo firme na Capitania do Espírito Santo, Frei Pedro Palácios desapareceu. Dias depois, seus companheiros de viagem resolveram procurá-lo e só depois de três dias o encontraram no sopé da montanha, junto à praia, ao lado esquerdo de quem entra pelo atual portão da ladeira. Ainda hoje, o local é conhecido por “Gruta de Frei Palácios”. (Com informações do Convento da Penha)

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