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Morador de Baixo Guandu é chamado para participar de Bienal Internacional do Livro

O poeta e escritor foi chamado para uma tarde de autógrafos do livro "Abra, Leia, Viva", uma coletânea de 50 poemas

O poeta Beto Costa vai participar da XVIII Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro
O poeta Beto Costa vai participar da XVIII Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro
Foto: Divulgação

O poeta e escritor Roberto Matheus da Costa, 37 anos, mais conhecido como Beto Costa, foi chamado para participar da XVIII Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, onde fará uma tarde de autógrafos no dia 7 de setembro do seu livro “Abra, Leia, Viva”, uma coletânea de 50 poemas lançado oficialmente no 3º Festival Capixaba de Literatura, no final do ano passado.

Beto Costa, nasceu em Minas Gerais, mas foi criado em Baixo Guandu. Morou em São Paulo, onde se graduou em Administração e voltou para Baixo Guandu. “Me considero um cidadão guanduense porque fui criado aqui e retornei há 4 anos”.

Este é o quarto livro do escritor, o terceiro de poesia e um com a temática religiosa. “Além desse, já escrevi um livro de poesia infantil, de poesias motivacionais e um sobre religião. Agora estou trabalhando também em outras duas publicações relacionadas a religião”.

O início

O pontapé para o autor começar a escrever, aconteceu em 2005, com base em sua vida amorosa.

“Comecei escrevendo poesias sobre amor, decepção e relacionamentos que tive. Depois, expandi também para o que não diz respeito a minha vida pessoal, mas baseado em vivências de outras pessoas, como presidiários e celebridades. Sou uma pessoa tímida e vejo a poesia como uma válvula de escape e uma contribuição minha de incentivo a leitura e motivação para outras pessoas. Hoje, descrevo a vida através da poesia para o público em geral”.

O escritor e poeta disse que não é fácil viver desta profissão. “É difícil viver de literatura, porque o país não tem a cultura de leitura. Já fui ajudante de lanchonete e até auxiliar de serviços gerais, em alguns momentos para me manter. Hoje, sou escritor e trabalho como atendente em um grupo religioso”.

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