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Presidenciáveis lamentam atentado contra Jair Bolsonaro

Candidatos classificaram episódio como absurdo e barbárie

Uma tentativa de agressão ao candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, durante caminhada no Parque Halfeld em frente à Câmara Municipal de Juiz de Fora, Minas Gerais, cumprindo o dia inteiro extensa agenda na cidade mineira
Uma tentativa de agressão ao candidato do PSL a presidente da República, Jair Bolsonaro, durante caminhada no Parque Halfeld em frente à Câmara Municipal de Juiz de Fora, Minas Gerais, cumprindo o dia inteiro extensa agenda na cidade mineira
Foto: FABIO MOTTA

Os candidatos à presidência da República comentaram o atentado sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora, Minas Gerais.

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O candidato a vice na chapa presidencial do PT, Fernando Haddad, participava de uma sabatina promovida pelo sites Congresso em Foco e MyNews quando foi informado do ataque. "É lastimável, um absurdo", afirmou, logo depois de um dos jornalistas lhe relatar a ocorrência do atentado.

O petista ainda acrescentou que as diferenças com Bolsonaro devem ficar de lado. "A pessoa tem as suas idiossincrasias, mas nós democratas temos que garantir um processo democrático. Não se pode entrar em provocação".

Já o candidato do PDT, Ciro Gomes, se manifestou pelo Twitter. “Acabo de ser informado em Caruaru, Pernambuco, onde estou, que o deputado Jair Bolsonaro sofreu um ferimento a faca. Repudio a violência como linguagem política, solidarizo-me com meu opositor e exijo que as autoridades identifiquem e punam os responsáveis por esta barbárie”, disse.

Em seu perfil, Guilherme Boulos, do PSOL, afirmou: "Soube agora do que ocorreu com Bolsonaro em Minas. A violência não se justifica, não pode tomar o lugar do debate político. Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato".

Alvaro Dias, do Podemos, também se posicionou. "Sobre o episódio da facada no candidato Jair Bolsonaro, quero afirmar aqui que repudio todo e qualquer ato de violência. Por isso a violência nunca deve ser estimulada. Eu não estimulo", escreveu, no Twitter.

Outros presidenciáveis se posicionam

Marina Silva, da Rede: "A violência contra o candidato Jair Bolsonaro é inadmissível e configura um duplo atentado: contra sua integridade física e contra a democracia".

Geraldo Alckmin, do PSDB: "Política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio. Qualquer ato de violência é deplorável. Esperamos que a investigação sobre o ataque ao deputado Jair Bolsonaro seja rápida, e a punição, exemplar".

Henrique Meirelles, do MDB: "Desejo pronta recuperação a Jair Bolsonaro. Lamento todo e qualquer tipo de violência. O Brasil precisa encontrar o equilíbrio e o caminho da paz. Temos que ter serenidade para apaziguar a divisão entre os brasileiros”.

João Amoêdo, do Novo: "É lamentável e inaceitável o que aconteceu com o Jair Bolsonaro. Independentemente de divergências políticas, não é possível aceitar nenhum ato de violência. Que o agressor sofra as devidas punições. Meus votos de melhoras para o candidato".

Cabo Daciolo, do Patriota: "Repudiamos com o mais absoluto vigor o ato de violência, desferido por meio de uma facada, que sofreu agora há pouco o candidato Jair Bolsonaro, enquanto fazia campanha em Juiz de Fora. A nossa guerra não é contra homens, mas contra principados e potestades. Estimamos melhoras ao Jair Bolsonaro. Vamos ficar todos em oração!".

Vera Lúcia, do PSTU: "Deve ser totalmente repudiada a agressão com uma faca ao candidato Jair Bolsonaro (PSL). Consideramos inaceitável esse tipo de coisa em meio à disputa eleitoral em curso. O PSTU acredita também que a pregação do próprio Bolsonaro a favor de resolver tudo à bala, de ‘fuzilamento dos petralhas’, entre outras mensagens de ódio, acaba por estimular este tipo de atitude da qual ele agora é vítima, embora não a justifique”.

João Goulart Filho, do PPL: "Repudiamos todo ato de violência contra qualquer ser humano. Quem já sentiu na carne a crueldade da violência não pode compactuar com tais atos. Esperamos uma apuração célere e punição exemplar dos responsáveis".

José Maria Eymal, do partido Democracia Cristã (DC): "Essa agressão afronta o Estado Democrático de Direito e fere, também, de forma vil toda a Nação. Solidária, a Democracia Cristã (DC) formula votos de pronto restabelecimento ao candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro".

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