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Polícia pede a prisão de marido que confessou ter matado a esposa

Apesar de ter confessado o crime, Admilson não ficou preso pois, segundo a polícia, a identificação do corpo precisará ser feita por DNA

A Polícia Civil de Itapemirim pediu pela prisão de Admilson de Souza Cruz, de 43 anos. Ele é o marido da gari Claudiana Bom Macota, 35 anos. O corpo dela foi encontrado dentro de uma mata na Praia da Gamboa, em Itapemirim, no Litoral Sul, nesta segunda-feira (09). Apesar de ter confessado o crime, Admilson não ficou preso pois, segundo a polícia, a identificação do corpo precisará ser feita por DNA.

Admilson confessou ter matado a mulher, pois ele desconfiava que era traído. “Estamos tentando identificar a vítima. Pedimos também pela prisão do marido. Aguardamos agora a decisão da Justiça”, informou o delegado Djalma Pereira.

Claudiana Bom Macota, de 35 anos, foi encontrada morta no meio de uma vegetação na Praia da Gamboa, em Itapemirim, no Sul do Estado, no dia 9 de outubro. O motorista Admilson de Souza Cruz, 43, confessou ter assassinado a esposa. O acusado contou que esganou a vítima na casa onde moravam juntos e levou o corpo de carro até a mata que fica a cerca de dois quilômetros de distância da residência do casal. Apesar de ter confessado, Admilson não ficou preso pois o corpo ainda não foi identificado. A identificação será feita após exame de DNA. O resultado deve ser divulgado em um prazo de 15 a 30 dias.
Claudiana Bom Macota, de 35 anos, foi encontrada morta no meio de uma vegetação na Praia da Gamboa, em Itapemirim, no Sul do Estado, no dia 9 de outubro. O motorista Admilson de Souza Cruz, 43, confessou ter assassinado a esposa. O acusado contou que esganou a vítima na casa onde moravam juntos e levou o corpo de carro até a mata que fica a cerca de dois quilômetros de distância da residência do casal. Apesar de ter confessado, Admilson não ficou preso pois o corpo ainda não foi identificado. A identificação será feita após exame de DNA. O resultado deve ser divulgado em um prazo de 15 a 30 dias.
Foto: Divulgação

A gari estava desaparecida desde a noite da última quinta-feira (05) quando saiu para uma caminhada. “Por conta do estado avançado de decomposição, o corpo terá de passar por exame de DNA. Filha e irmã da vítima foram a Vitória para coleta de material genético. O exame deve ficar pronto em 10 dias”, revela.

Após a confirmação da identificação da vítima, Admilson vai responder por feminicídio. A pena varia entre 12 e 30 anos de prisão.

O CRIME

Claudiana desapareceu na noite da última quinta-feira (05), mas Admilson contou que a esposa saiu por volta das 18h para caminhar e pagar uma conta em um salão de beleza.

Ele disse que esganou e a matou na quinta à noite dentro de casa, pegou o carro e levou o corpo até a mata que fica a dois quilômetros da casa deles. Depois, ainda arrumou a residência e se passou por vítima, divulgando o desaparecimento da esposa. Eles eram casados havia 16 anos e têm uma filha de 15 anos.

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